07
Mai 14

Salário do chefe do fisco "vale" 0,00019% da receita cobrada por ano

O Estado tem para oferecer ao novo diretor geral da Autoridade Tributária e Aduaneira uma remuneração anual a rondar os 81 200 euros, o que corresponde a 0,00019% da receita fiscal cobrada num ano.

Se tudo correr como o previsto, a Autoridade Tributária e Aduaneira deverá fazer entrar nos cofres do Estado cerca de 42,4 mil milhões de euros ao longo de 2014. A esmagadora maioria desta verba é paga ordeira e voluntariamente pelos contribuintes, mas há uma parcela que será obtida através de cobrança coerciva de dívidas.

 

À frente desta máquina está o diretor-geral antiga Direção Geral dos Impostos que em 2012, num processo gizado pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, foi transformada em Autoridade Tributária e Aduaneira.

José Azevedo Pereira, que está à frente da máquina do fisco, desde 2007, está de saída do cargo, tendo sido lançado, no início deste ano, um procedimento concursal para o substituir.

O anúncio do concurso adianta que o futuro dirigente da AT irá receber uma remuneração base de 3734 euros, a que acrescem 778,03 euros para despesas de representação e suplementos remuneratórios (pagos 12 vezes por ano).

Conjugadas todas estas parcelas, com o atual corte salarial em vigor, isto significa que o novo diretor-geral terá à sua espera uma remuneração mensal ilíquida a rondar os 6150 euros por mês ou cerca de 81 200 euros por ano - uma ínfima parcela dos impostos que irá cobrar ao longo do ano e que constituem a fatia mais relevante da receita do Estado.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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23
Mar 14

Salários no banco de fomento evidenciam "natureza de classe" da política do Governo

O comunista questionou “como não se sentirá um trabalhador a quem negam o aumento do salário mínimo nacional ao ouvir este número, fica ou não chocado ?”.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa criticou hoje os ordenados fixados para a comissão instaladora da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), conhecida como banco de fomento, afirmando que “isto demonstra a natureza de classe desta política e deste Governo”.

“É inaceitável, eu diria que é chocante para muitos portugueses que viram os seus salários cortados, que são de mil euros, 900 euros ou 600 euros, que por razões diretas de impostos ou de cortes verificam o seu salário cada vez mais a valer menos”, afirmou Jerónimo de Sousa aos jornalistas, à margem de uma cerimónia de homenagem a Óscar Lopes, que decorreu em Matosinhos.

O Correio da Manhã noticia hoje que o presidente da comissão instaladora da IFD, conhecida como banco do fomento, vai ganhar 13.500 euros por mês.

O despacho assinado pela ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, que fixa o ordenado de Paulo Pereira da Silva (administrador do BCP) foi publicado na sexta-feira em Diário da República.

De acordo com o despacho, à vogal Carla Chousal (vice presidente do BPI Gestão de Ativos) é atribuído um vencimento de 12.515 euros e ao vogal Nuno Ferreira Soares (diretor da banca de investimento do BCP) 8.034 euros.

“E depois vem o Governo, que está sempre a falar de que os sacrifícios são para todos, de que há uma equidade de sacríficos, e vem um administrador de um banco a ganhar 13.500 euros por mês”, criticou Jerónimo de Sousa.

O comunista questionou “como não se sentirá um trabalhador a quem negam o aumento do salário mínimo nacional ao ouvir este número, fica ou não chocado ?”.

Na cerimónia evocativa ao professor e investigador Óscar Lopes, Jerónimo de Sousa voltou a atacar as políticas do Governo, afirmando que a atual situação do país “torna necessária a mais ampla convergência e unidade de todos os democratas e patriotas, de quantos se não conformam com o rumo de empobrecimento e ruína económica em que quase 37 anos de política de direita e de submissão ao imperialismo mergulharam o país”.

“Empobrecimento e ruína que se ampliaram de forma dramática nos últimos três anos de intervenção estrangeira do FMI, UE e BCE com a ativa conivência dos partidos da ‘troika’ nacional e que teve no atual Governo do país o mais zeloso executor”, acrescentou.

Para Jerónimo de Sousa, “a vida já mostrou que não há solução possível sem libertar Portugal do espartilho das políticas que tornam os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres, que esbulham o povo do património público para o entregar ao grande capital nacional e estrangeiro”, disse.

fonte:http://www.ionline.pt/ar

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18
Mar 14

Mourinho lidera lista dos treinadores mais bem pagos, Jesus no 20.º lugar

Pela 10.ª vez nos últimos onze anos, José Mourinho lidera a lista dos treinadores de futebol mais bem pagos elaborada pela revista France Football.

De acordo com aquela publicação, o treinador português recebe 17 milhões de euros por época no Chelsea, superando os 15 milhões de euros de Pep Guardiola no Bayern.

O italiano Roberto Mancini, atual treinador do Galatasaray, completa o pódio com um ordenado anual de 14 milhões de euros.

André Villas Boas é o segundo português da lista da France Football, com um salário de 6,9 milhões de euros quando orientava o Tottenham.

Jorge Jesus fecha o top-20 com quatro milhões de euros por ano.

Lista dos 20 treinadores mais bem pagos:

1- JOSÉ MOURINHO 17M€
2- PEP GUARDIOLA 15M€
3- ROBERTO MANCINI 14M€
4- CARLO ANCELOTTI 13,5M€
5- FABIO CAPELLO 12M€
6- MARCELLO LIPPI 11,5M€
7- ARSÈNE WENGER 9,6M€
8- ROBERTO DI MATTEO 8,2M€
9- ANDRÉ VILLAS BOAS 6,9M€
10- RAFAEL BENITEZ 6,8M€
11- LUCIANO SPALLETTI 6,5M€
11- JURGEN KLOPP 6,5M€
13- DAVID MOYES 6,4M€
13- MANUEL PELLEGRINI 6,4M€
15- WALTER MAZZARRI 6,1M€
16- GERARDO MARTINO 5,4M€
16- ANTONIO CONTE 5,4M€
18- CLAUDIO RANIERI 5,2M€
19- LAURENT BLANC 4,2M€
20- JORGE JESUS 4M€

 

 

fonte:http://www.abola.pt/n

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20
Jul 13

Reguladores perdem dois terços do salário

A proposta que indexa as remunerações dos reguladores ao vencimento do primeiro-ministro tem votação final marcada para a próxima quarta-feira, prevendo-se que a lei seja publicada entre setembro e outubro. O novo teto salarial funcionará como referencial, mas a sua adoção poderá fazer que os elementos do conselho de administração destes organismos vejam as suas remunerações cair para cerca de um terço do valor atual.

O texto subscrito pelo PSD e CDS/PP está ainda em discussão mas deverá aproximar-se já da versão final que vai ser votada pelo Parlamento. O ponto mais sensível está na inclusão do “vencimento mensal do primeiro-ministro como valor-limite de referência” entre os critérios que devem ser observados pela futura Comissão de Vencimentos. A aplicação prática desta referência fará que o presidente de uma entidade reguladora passe a receber 6850 euros por mês (95,9 mil/ano), incluindo despesas de representação, o que nos casos da Comissão do Mercados de Valores Mobiliários, da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, da Autoridade da Concorrência ou da Autoridade Nacional de Comunicações representa um corte de mais de dois terços face ao que agora estes responsáveis auferem - cerca de 22 550 euros ilíquidos mensais, segundo os dados disponíveis dos relatórios e contas.

Uma comparação com as remunerações dos administradores da Zon e da Sonaecom permite concluir que já hoje os reguladores que estão a apreciar o processo de fusão entre Zon e Optimus ganham menos de metade do que aqueles gestores. No futuro será ainda menos.

Em declarações ao Dinheiro Vivo, o deputado do PSD Paulo Baptista Santos relativizou estas diferenças, acentuando que a questão de independência dos reguladores não está no valor pago aos seus responsáveis, mas nos meios humanos e técnicos que estes têm para desempenhar as suas funções.

Acima do patamar dos 22 550 euros referidos surge o Banco de Portugal, com o salário bruto mensal do governador a rondar os 24 054 euros - mas o supervisor financeiro ficará de fora das novas regras, tal como a Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Para os cargos de vice-presidente e de vogal, o valor de referência para a remuneração será de 90% e 80% do salário do primeiro-ministro. Este limite tem causado algum desconforto, mas surge em linha com as regras adotadas para as empresas públicas.

O diploma define ainda que “durante um período de dois anos” administradores e diretores técnicos “não podem estabelecer qualquer vínculo ou relação com as empresas ou outras entidades destinatárias” que tenham regulado. Ao longo deste período de nojo de dois anos, haverá lugar a uma compensação equivalente a metade do que recebiam por mês no exercício do cargo.

Em declarações ao Dinheiro Vivo, o ainda presidente da AdC, Manuel Sebastião, considerou “normal” este ponto da legislação, acentuando que os estatutos da Concorrência já preveem “inibição” semelhante. A maioria dos reguladores já tem um sistema de incompatibilidade, mas a nova lei-quadro vem sistematizá-lo, referiu o deputado do PSD.

 

Depois de ouvir Hélder Rosalino, a AR vai agora aprovar o diploma.  

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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10
Abr 13

Governo autoriza salários de 10 mil euros para IGCP

O Governo autorizou hoje salários mensais até 10 mil euros para o presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), João Moreira Rato, e até 6.998 euros e 7.960 euros para os dois vogais.

A autorização foi assinada há uma semana pela secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís de Albuquerque, e foi hoje publicada em Diário da República com efeitos retroactivos a 2 de Setembro do ano passado.

"É autorizada a opção pelo valor correspondente à remuneração média dos últimos três anos", lê-se no despacho publicado, que atribui à vogal Cristina Casalinho uma remuneração mensal de 6.998,45 euros e ao vogal António Pontes Correia 7.960,49 euros.

Num outro despacho também hoje publicado, o Governo define que as remunerações dos membros do conselho de administração do IGCP "correspondem às remunerações definidas para os conselhos de administração das empresas classificadas no Grupo A", que empregam mais que 1500 trabalhadores e um volume de negócios superior a 100 milhões de euros.

Neste diploma, o Governo justifica a autorização dada ao IGCP com a "especial complexidade técnica, exigência e responsabilidade" exigíveis ao conselho directivo desta Agência e lembra que desde que foi criado, em 1996, estes titulares "tiveram remunerações e regalias equivalentes às mais elevadas legalmente admitidas para os membros dos conselhos de administração das empresas públicas".

Em Agosto do ano passado o IGCP foi transformado em empresa pública, sob a forma de entidade pública empresarial.

fonte:Lusa/SOL

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28
Mar 13

Paulo Azevedo recebe mais 4.200 euros. Foi o único a ser aumentado

O presidente executivo (CEO) da Sonae, Paulo Azevedo, ganhou 1.147.220 euros em 2012, mais 4.200 euros que no ano anterior, informa o relatório do Governo da Sociedade da empresa enviado ontem ao mercado.

Este aumento, que surge depois dos lucros da Sonae terem recuado 69% em 2012, deve-se ao prémio de desempenho que correspondeu a 344 mil euros, mais 15 mil que em 2011. Um prémio que é sempre pago no primeiro trimestre do ano seguinte, explica o mesmo documento.

Paulo Azevedo foi, assim, o único administrador da empresa, tanto executivo como não executivo, a ser aumentado o ano passado. Os restantes elementos do conselho ou mantiveram a remuneração ou viram o salário descer.

Aconteceu com o vice-presidente da empresa e também CEO da Sonaecom, Ângelo Paupério, que ganhou 1.027.953 euros, menos 5.447 euros que em 201, principalmente devido a um corte no prémio que a empresa paga consoante o desempenho das ações em bolsa e que passou de 308.900 euros para 303.700 euros.

Passou-se também com administrador executivo Nuno Jordão, que ganhou  305.400 euros, menos 110 euros que no ano anterior.

Aconteceu ainda com os administradores não executivos - cuja remuneração não inclui nenhuma componente variável -, como foi o caso do presidente não executivo, Belmiro de Azevedo que recebeu 435.800 euros, menos 300 euros que em 2011. Ou ainda de Álvaro Portela, ex-CEO da Sonae Sierra e cujo salário desceu de 66.200 euros para 33.850 euros, sendo, por isso, o administrador que mais viu a remuneração descer em 2012, situação que o relatório do Governo da Sociedade não explica.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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10
Jan 13

Quanto ganha um juiz do Constitucional

Os juízes do Tribunal Constitucional (TC) têm direitos, categorias, vencimentos e regalias iguais aos dos juízes do Supremo Tribunal de Justiça. A sua remuneração base, em 2011, correspondia ao índice 260, ou seja, a 6629,77 euros. 

No entanto, e por força da aplicação da legislação que veio obrigar a que a remuneração resultante do índice salarial não pode exceder o valor base auferido pelo primeiro-ministro, acrescido dos montantes necessários, e para que os respetivos salários distem um mínimo de 3% face ao cargo imediatamente anterior, o valor base está, assim, estabelecido em 6.129,97 euros.

Os juízes do TC foram sujeitos, em 2011 e 2012, aos cortes salariais impostos aos funcionários públicos e que, para salários acima de 4.200 euros, corresponderam a 10%.Ficaram, assim, com o salário reduzido a 5.516,97 euros. Em 2011, fora sujeitos, como todos os portugueses, ao corte de 50% no subsídio de Natal, o qual incidia sobre o valor acima do salário mínimo nacional (485 euros). Ou seja, perderam qualquer coisa como 2.516 euros. Em 2012, ficaram, como todos os funcionários públicos, sem subsídio de férias e de Natal.

O presidente e vice-presidente do Tribunal Constitucional tem direito, respetivamente, a um subsídio de 20% e de 15% do vencimento para despesas de representação e ao uso de viatura oficial. Se residirem a mais de 100 quilómetros de Lisboa, têm direito, ainda, ao subsídio de alojamento atribuído aos ministros em iguais circunstâncias: cerca de 39 euros por dia (já depois dos 10% de corte). 

Os restantes juízes que residam a mais de 100 quilómetros de Lisboa têm, também, direito à ajuda de custo fixada para os membros do Governo, abonada por cada dia de sessão do Tribunal em que participem, e mais dois dias por semana. Os que residem em Lisboa ou nos 100 quilómetros circundantes têm direito, nos mesmos termos, a um terço desta ajuda.

O uso de viatura própria dá direito ao reembolso das despesas correspondentes, segundo o regime dos funcionários públicos.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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05
Jan 13

Tribunal critica salários de 5000 euros

A contratação "sem limite" de técnicos especialistas, alguns com salários acima dos 5 mil euros, por ajuste direto e sem concurso público é uma das principais críticas que o Tribunal de Contas (TC) revela na auditoria que realizou aos gabinetes ministeriais. O documento ontem publicado aponta ainda a "inexistência de um teto máximo para a despesa" destas estruturas e a não divulgação do orçamento individual, o que revela falta de "rigor e da transparência orçamental".


No relatório, o TC nota que, apesar da contratação de técnicos especialistas estar limitada pela dotação orçamental do gabinete, que não é divulgada, e pelas necessidades de funcionamento do mesmo, na prática, o seu recrutamento "não tem efetivamente um limite".

A "flexibilidade remuneratória" é outra das questões. Para os especialistas que trabalham no gabinete do primeiro-ministro, os salários não podem ultrapassar o dos assessores, de 3653 euros, ^e os que trabalham com os restantes ministros não podem auferir mais do que os adjuntos: 3069 euros.

No entanto, e porque o salário depende de despacho e podem optar pela remuneração da função de origem, 6% dos especialistas ganham mais do que o chefe de gabinete, que recebe, por mês, 3892 euros.

O TC questiona ainda "o grau de experiência profissional" destes especialistas, já que 15,3% têm entre 24 e 29 anos.

O relatório admite que as alterações na legislação - aplicadas há um ano e que obrigam à publicação da categoria profissional dos funcionários e respetivo salário - são positivas, mas "não são suficientes". Mesmo com a adoção de medidas de contenção, como o corte de subsídios e salários, "não existem evidências de que as despesas de funcionamento dos gabinetes dos membros do Governo tenham efetivamente diminuído".

A ausência de "critérios sobre a atribuição de regalias", como a utilização de cartão de crédito, telemóvel ou viaturas é outra das críticas. No entanto, o Executivo garantiu ontem que "nunca existiram cartões de crédito no atual Governo", e diz que o relatório conclui pelo " adequado nível de acolhimento das recomendações" por parte do Executivo. 

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n


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20
Nov 12

Bava ganha 128 vezes mais do que trabalhadores da PT

Deco diz que em Portugal «continua-se a pagar aos dirigentes o equivalente ao seu peso em ouro». Mais de metade das cotadas chumba nas boas práticas


Os salários milionários praticados nas empresas cotadas em Bolsa fizeram com que mais de metade chumbasse no teste sobre as práticas de organização, segundo a Deco. A PT é o caso mais extremo, dado que Zeinal Bava ganha 128 vezes mais do que os colaboradores.

«Em Portugal, continua-se a pagar aos dirigentes o equivalente ao seu peso em ouro», havendo uma grande disparidade de salários, refere a associação na revista Deco Proteste, que foi publicada esta terça-feira.

O «caso extremo» é então a Portugal Telecom: no ano passado, «o salário do presidente executivo», Zeinal Bava, «superava em 128 vezes o rendimento médio dos colaboradores do grupo».

Outras empresas com grande disparidade de remunerações são a Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce - onde os salários dos administradores representam 104 vezes os dos colaboradores - e a Sonae, que detém o Continente, cujo rácio é de 72 vezes.

PT, REN e Banco BPI ficaram no fundo da tabela por, «entre outras razões, limitarem o direito de voto dos acionistas». 

Já nos lugares mais distintos deste ranking, entre as cotadas, estão o Banco Espírito Santo e a Martifer. Ainda assim, «nenhum satisfaz completamente».

Já a Galp Energia, Sonae e BES conseguiram melhorar as suas classificações face aos resultados do ano passado.

Perante este cenário, que no seu conjunto não é positivo, a Deco avança com um conjunto de propostas para proteger os investidores. Defende, por exemplo, que os conselhos de administração devem ser compostos por uma maioria de membros independentes e que as remunerações e prémios devem ser sempre aprovados em assembleia geral de acionistas. 

O estudo divulgado hoje avalia o governo das sociedades com base em três pilares: a transparência das empresas (que inclui a remuneração dos administradores), os direitos dos acionistas e o funcionamento do conselho de administração. Foram avaliadas 374 empresas, 30 das quais cotadas em Bolsa.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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06
Abr 12

Goucha ganha uma fortuna

Manuel Luís Goucha, de 57 anos, é o apresentador mais bem pago da TV portuguesa, com uma remuneração mensal de cerca de 45 mil euros.

Esse valor foi revelado hoje pela revista “TV Mais”, que coloca Cristina Ferreira, colega de Goucha na TVI, no segundo lugar do “top”, com 31 mil euros/mês.

Esta dupla, que se farta de trabalhar em programas como “Você na TV!” e “A Tua Cara Não Me É Estranha”, ainda não foi atingida pelas medidas de austeridade em curso nos vários canais de televisão.

Além de estarem a reduzir orçamentos e a adiar programas de ficção e “talk-shows” de elevados custos de produção, os patrões das TV’s estão a renegociar, para baixo, salários e avenças das suas estrelas.

Na RTP, empresa que em estado debaixo de fogo, por ser paga diretamente pelos contribuintes, a procissão ainda vai no adro, mas também já houve quem tomasse a iniciativa de solicitar que lhe baixassem a remuneração. 

Foi o caso de Fernando Mendes, que recebia cerca de 21 mil euros por mês e aceitou pacificamente um corte de 15 por cento.

Uma bitola que poderá muito bem servir para a renegociação dos “cachets” de estrelas como Catarina Furtado, José Carlos Malato e Jorge Gabriel.

 

fonte:http://fama.sapo.pt

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