19
Set 15

Salários encolheram no sector privado tanto na base como no topo

Em 2015, os salários no sector privado encolheram nas funções de topo e também nas de menor responsabilidade. A conclusão é de um estudo da consultora Mercer, que analisou mais de 112 mil postos de trabalho em 307 empresas no mercado nacional.

Tocou a quase todos, mas não na mesma medida. A maior descida salarial foi sentida nos cargos de direcção e administração: 1,6%. Na base, a queda foi menos aparatosa. Os salários recuaram pouco mais de 1,3%.

Noutras funções analisadas, até houve um ligeiro aumento, de 0,25 a 1,52%. Ainda assim, a variação foi menor do que há um ano.   

Na prática, cerca de 22% das empresas portuguesas optaram por congelar o salário dos trabalhadores, conclui o estudo da Mercer.

Outro dado a merecer relevo indica que a maioria dos empresários pretende manter o actual número de funcionários, mas é maior a fatia das empresas que pretende engrossar os seus efectivos (26%).

Quanto a emagrecer o número de trabalhadores, é uma solução apenas admitida por 14% dos empresários.

fonte:http://rr.sapo.pt/

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07
Set 14

Salários mais altos, sobretudo nos cargos de chefia

Os salários aumentaram nos cargos de chefia, mas permanecem quase inalterados para os trabalhadores menos qualificados. Esta é a principal conclusão de um estudo da consultora Mercer sobre a política salarial em Portugal.

De acordo com o estudo "Total Compensation Portugal 2014", as funções de administradores e directores gerais obtiveram a maior variação salarial (3,31% e 1,64% respectivamente). 

“Em níveis de responsabilidade mais baixos - operários, aéreas de comercias e vendas – há um quase congelamento dos incrementos salariais” (0,14% e 1,41%, respectivamente), explicou à Renascença Tiago Borges, responsável da área de estudos de mercado da Mercer. Esta situação é justificada com a entrada de novos trabalhadores para estas funções, com níveis salariais mais baixos. 

O mesmo estudo revela que 19% das empresas prevêem aumentar o número de trabalhadores e que 8% prevêem diminuir. Mas a grande maioria, 73% das organizações, afirma que irá manter o número de colaboradores em 2014. 

Pela primeira vez, a Mercer analisou os níveis salariais dos recém-licenciados, verificando que o salário base anual destes trabalhadores, no seu primeiro emprego, situa-se maioritariamente entre 12.600 euros e os 18.075 euros. 

O crescimento salarial verificado em 2014 foi superior ao observado em 2013 (entre 1,09 e 1,24%) e a perspectiva para 2015 é de que esse crescimento varie entre 1,23% e 1,40%. 

Para fazer este estudo, a Mercer analisou 106.445 postos de trabalho, em 302 empresas presentes no mercado português. 

 

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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16
Jun 14

Salários do Estado vão ter em conta números do sector privado

O Governo e os sindicatos da função pública vão começar a negociar já esta semana a nova tabela remuneratória única (TRU) que passará a integrar todas as carreiras da administração pública e cujo desenho terá em conta o nível salarial praticado no sector privado.

A integração das carreiras e cargos que atualmente estão fora da TRU, nomeadamente professores, médicos, enfermeiros, magistrados ou inspetores, não dará origem a qualquer revalorização ou redução do salário base que agora é auferido.

"A integração na TRU faz-se no nível remuneratório correspondente ao exato montante pecuniário fixado para a posição remuneratória da categoria em que os trabalhadores se encontram inseridos", refere a proposta de negociação enviada aos sindicatos, a que o Dinheiro Vivo teve acesso.

Ao mesmo tempo, até ao final deste ano, o Governo pretende rever a "amplitude dos posicionamentos remuneratórios previstos na TRU" para as carreiras em que se justifique criar valorizações remuneratórias face "ás práticas salariais vigentes no mercado de trabalho em Portugal".

No final do Conselho de Ministros da passada quinta-feira, a ministra das Finanças acentuou que todo este trabalho irá aumentar a transparência e permitir uma comparação mais direta dos níveis remuneratórios de cada carreira da função pública e destas com o sector privado. O objetivo é traduzir para valor os índices remuneratórios de cada carreira especial e transpo-los para a TRU.

A proposta que começa a ser discutida com os sindicatos no final desta semana prevê ainda que durante 2014, o Governo avance com uma revisão das remunerações dos cargos dirigentes "com a criação de posições remuneratórias que prevejam diferentes graus de complexidade funcional e de responsabilidade".

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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16
Out 13

Salários brutos de 1500 euros são os mais penalizados

Os funcionários públicos com salários brutos de 1.500 euros são os mais penalizados com os cortes salariais na função pública previstos na proposta de Orçamento para 2014 (OE2014), segundo simulações feitas pela consultora PricewaterhouseCoopers (PwC).

As contas feitas pela consultora mostram que um funcionário público com um salário bruto de 1.500 euros irá receber apenas 1.059,76 euros líquidos em 2014, um valor que compara com um salário líquido de 1.142,25 euros que recebe em 2013, uma quebra de 7,2%. Este corte resulta das regras previstas no OE2014 onde se prevê um corte salarial para os funcionários públicos entre 2,5% e 12% a partir dos 600 euros.

Segundo as contas da consultora, este funcionário verá, em 2014, o seu salário 'cortado' em mais de 86 euros em resultado das regras do Orçamento apresentado na terça-feira. Depois ainda terá de descontar as retenções de IRS (feitas com base nas tabelas em vigor este ano) e as contribuições para a Segurança Social. Em 2013, só tinha de descontar as duas últimas parcelas, uma vez que escapava ao corte em vigor desde 2011 que prevê uma redução salarial entre 3,5% e 10%, mas apenas para rendimentos acima de 1.500 euros.

Eis as simulações:

+++ Salário bruto de 650 euros +++

Nesta situação, o funcionário público apenas irá receber efectivamente em 2014 um salário de 574,91 euros, um valor que compara com os 583,71 euros, uma redução de 1,5%. Este funcionário não tinha qualquer tipo de corte em 2013, mas para 2014 é afectado pela norma prevista no OE2014.

+++ Salário bruto de 1.250 euros +++

Nesta situação, o salário líquido em 2014 será de apenas 925,22 euros, o que compara com um salário de 980,21 euros em 2013. Também nesta situação, o funcionário não estava sujeito a cortes salariais em 2013, passando a estar no próximo ano.

+++ Salário bruto de 2.500 euros +++

Este é o único caso em que tanto em 2013 como em 2014 o funcionário público já está sujeito a um corte salarial. Ainda assim, em 2014 o seu salário líquido apenas será de 1.526,16 euros, valor que compara com um salário de 1.580,79 euros em 2013, um corte de 3,4%.

fonte:Lusa/SOL

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24
Set 13

Salários no Norte baixam mais do que no resto do País

No segundo trimestre de 2013, o salário médio dos trabalhadores por conta de outrem da Região do Norte registou uma queda real de 2,1%, para 741 euros, relativamente ao período homólogo de 2012 e após um ligeiro crescimento registado nos primeiros três meses do ano. Os dados são divulgados hoje pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), no relatório “Norte Conjuntura”, relativo ao segundo trimestre de 2013.

Segundo o relatório da CCDRN, a média de 741 euros está 62 euros abaixo do salário médio mensal líquido a nível nacional, que também caiu no segundo trimestre, para 803 euros (uma queda de 1,2% em termos reais).

 

A queda de 2,1% no salário médio dos trabalhadores do Norte deve-se, de acordo com a CCDRN, à redução de 1,7% no salário nominal e a uma inflação de 0,4% no segundo trimestre. A redução do salário médio a nível nacional traduz uma redução de 0,6% do salário nominal e uma inflação de 0,6%.

Os custos de trabalho, por sua vez, registaram, em termos homólogos, um crescimento de 3,4% na Região do Norte e de 1,8% a nível nacional, invertendo-se, em ambos os casos, as tendências de queda do primeiro trimestre.

No caso da Região do Norte, o aumento dos custos de trabalho reflete um acréscimo de 6% no custo médio por trabalhador, deduzido por um aumento de 2,7% no número de horas efetivamente trabalhadas.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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31
Ago 13

FMI quer novos cortes nos salários incluindo o salário minímo e o dos jovens

O Fundo Monetário Internacional insiste na receita de cortes salariais, avançando por exemplo, que o salário mínimo deve diminuir de valor, o que afetará quinhentos mil portugueses que recebem 485 euros mensais, e indica em particular, cortes no salário mínimo dos jovens entre os 18 e os 24 anos. A edição desta quinta feira do Diário Económico revela que o FMI quer ainda eliminar cláusulas de proteção dos postos de trabalho de funcionários que pertencem aos quadros das empresas, rever as condições de despedimento por justa causa, medidas que vai apresentar na oitava e nona avaliações ao programa de ajustamento.

A organização reitera que o desemprego continua elevado em Portugal devido à rigidez do mercado de trabalho e que a competitividade é baixa porque durante muitos anos a subida salarial não acompanhou a produtividade.

fonte:http://www.rtp.pt

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29
Jun 13

Salários dos portugueses caíram 9% nos últimos dois anos

As remunerações dos trabalhadores caíram 8,8% no ano terminado no primeiro trimestre de 2013 em comparação com o ano terminado no primeiro trimestre de 2011.

Segundo os dados publicados esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), as famílias receberam 79 mil milhões de euros em remunerações nos 12 meses terminados em Março deste ano, uma queda de 0,5% face ao ano terminado no quarto trimestre de 2012, quando a queda tinha sido mais forte (-2,9%).

 

"A redução menos acentuada das remunerações foi influenciada pelo pagamento de subsídios em duodécimos", explica o INE. "No caso do sector público, o subsídio de Natal é pago em 2013 em duodécimos, enquanto no sector privado foi possível optar pelo pagamento de metade do subsídio de férias e metade do subsídio de Natal em duodécimos."

 

O indicador está a registar quebras consecutivas desde o primeiro trimestre de 2011. No ano terminado nesse ponto, as remunerações recebidas foram 86,6 mil milhões de euros. Ou seja, observa-se uma quebra de 8,8% em dois anos.

 

Estas quebras estão relacionadas, por um lado, com a destruição de emprego e, por outro, com os cortes significativos nos salários dos funcionários públicos.

 

Apesar da queda das remunerações, o rendimento disponível dos portugueses teve um ligeiro aumento no início de 2013, devido aos avanços registados nos rendimentos de propriedade (juros) e nas prestações sociais.

 

Estas variações resultaram numa alteração da composição do rendimento das famílias, cada vez mais dependentes de apoios sociais. "Essa alteração exprime-se designadamente na redução do peso relativo das remunerações e no aumento dos pesos relativos dos rendimentos líquidos de propriedade, essencialmente constituídos pelo saldo entre juros recebidos e juros pagos, e das prestações sociais líquidas de contribuições sociais", refere o INE.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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13
Abr 13

Tabela salarial única e convergência da lei laboral entre público e privado são opções para Passos Coelho

O primeiro-ministro afirmou em carta à "troika" que a criação de uma tabela salarial única e a convergência da lei laboral e dos sistemas de pensões público e privado são opções para compensar a inconstitucionalidade de normas orçamentais.

"As opções podem incluir a aplicação de uma tabela salarial única, a convergência da legislação laboral e dos sistemas de pensões do setor público e privado", escreveu Pedro Passos Coelho, numa carta enviada na quinta-feira ao Fundo Monetário Internacional (FMI), à Comissão Europeia (CE) e ao Banco Central Europeu (BCE), a que a agência Lusa teve acesso.

O primeiro-ministro referia-se às medidas a antecipar de 2014 para este ano com o objetivo de reduzir a despesa pública em "cerca de 600 milhões de euros", que na sua comunicação ao país, no domingo, indicou que serão centradas nas áreas da segurança social, saúde, educação e empresas públicas.

Nesta carta, Passos Coelho considerou que "o acórdão do Tribunal Constitucional põe grande ênfase na equidade" e apontou esse princípio como "o pilar" da reforma que o executivo PSD/CDS pretende realizar, nomeadamente "melhoria da equidade entre os trabalhadores do setor público, privado e pensionistas, equidade e eficiência económicas e equidade intergeracional".

Para além de cortar na despesa pública, o primeiro-ministro deu conta de que o Governo tenciona alterar uma das normas do Orçamento do Estado 2013 declaradas inconstitucionais, que determina uma contribuição de 5% sobre o subsídio de doença e uma contribuição de 6% sobre o subsídio de desemprego - intenção anunciada publicamente na sexta-feira pelo ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar.

"É possível alterar o artigo 117.º que aplica uma contribuição social às prestações de desemprego e de doença, de forma a proteger aqueles que recebem prestações mínimas. No nosso entender, isso coloca esta medida em linha com o texto constitucional", lê-se no documento enviado por Passos Coelho à diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, ao presidente da CE, Durão Barroso, e ao presidente do BCE, Mario Draghi.

Segundo o primeiro-ministro, isso permitirá baixar "o impacto líquido do acórdão do Tribunal Constitucional" de 1.320 milhões de euros para 1.230 milhões de euros.

Passos Coelho acrescentou que o despacho do ministro das Finanças publicado na segunda-feira proibindo a contração de novas despesas no setor público dará origem à decisão em Conselho de Ministros de "poupanças adicionais" em cada ministério, no montante global de cerca de 600 milhões de euros.

"O restante, cerca de 600 milhões de euros, será assegurado através da antecipação para este ano de algumas medidas previstas para 2014", completou.

Antes, o primeiro-ministro disse que, "até junho de 2013, todas as alterações legislativas necessárias para aplicar a revisão de despesa estarão concluídas e aprovadas pelo Conselho de Ministros ou submetidas ao parlamento, se necessário".

Passos Coelho começou esta carta referindo estar em curso, desde julho do ano passado, um processo de revisão estrutural dos gastos e funções do Estado, cujas medidas específicas o Governo pretende consensualizar com os parceiros sociais e políticos.

A estratégia orçamental para 2013-2017, a preparar em consulta com a "troika" e a apresentar em breve, terá em conta essas medidas e servirá de base ao Orçamento do Estado para 2014, disse.

No que respeita a 2014 e 2015, o primeiro-ministro afirmou que o Governo vai basear-se "nas medidas discutidas durante a sétima avaliação, e noutras opções que permitam atingir uma poupança orçamental líquida de até 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB)".

Passos Coelho terminou esta carta afirmando que, "em face do recente acórdão do Tribunal Constitucional, o Governo está preparado para, caso seja necessário, substituir quaisquer medidas por outras de valor e qualidade equivalentes" e que "este processo ficará concluído de forma atempada depois de conversas com a CE, o BCE e o FMI".

fonte:http://www.jn.pt

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28
Mar 13

Salários em Portugal caem 5% no privado e 16% no público

Os salários pagos na economia portuguesa caíram ao maior ritmo de que há registo, indicam as estatísticas oficiais a preços correntes.

Seja por causa do aumento do desemprego (e da destruição de emprego), seja pelos cortes nos ordenados, o INE revela hoje que as remunerações caíram a um ritmo recorde de 7,3% no país em 2012 face a 2011, com o sector público a pagar menos 16,1% e o sector privado (empresas não financeiras e bancos) a cortarem 4,8% na folha salarial. Todas estas descidas são as maiores das séries compiladas pelo INE, que remontam a 1996.

De acordo com as contas nacionais por sectores institucionais, a redução da massa salarial no sector público representa mais de metade da redução total na economia: no Estado o corte nesta despesa foi de 3,1 mil milhões de euros, para 16,3 mil milhões de euros em 2012, na economia a descida chegou a 6,2 mil milhões de euros.

No sector privado, a redução foi mais suave (2,5 mil milhões de euros). As famílias e instituições não lucrativas também pagaram menos ordenados (-313 milhões de euros, uma descida anual de 3,5%).

Quando se analisa o período do ajustamento (2011 e 2012) fica claro que é o sector público que está a pagar mais o ajustamento salarial na economia. Nestes dois anos, a massa salarial caiu quase 9% (cerca de 7,6 mil milhões de euros), sendo que o sector público explica mais de 64% desta redução, com menos 4,9 mil milhões de euros (-23% em dois anos). O sector privado pagou menos 2,4 mil milhões ou menos 5% face à média de 2010, o último ano antes do programa do ajustamento.

Se a todos estes valores se descontar os efeitos da inflação, percebe-se que o rombo real do poder de compra dos salários foi ainda maior.

Investimento desaparece
O investimento, a variável determinante para a criação de emprego, continua a desaparecer da economia. Uma vez mais é o sector público a liderar, com um colapso de 31,1% em 2012 e de 53% nos dois anos do ajustamento (2011 e 2012).

As empresas privadas também contribuíram: em 2012 cortaram 12,4% nos projetos de investimento, nos dois anos da troika tiraram 16,3%. A economia tem, atualmente, menos 23% de investimentos do que em 2010.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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15
Fev 13

Salários caíram 16,1% no último trimestre de 2012

O indicador do custo do trabalho agrava a queda que teve no início em 2011.Quebra com mais intensidade na função pública.

O indicador que mede o custo do trabalho em Portugal acentuou a queda, para os 14,9% no último trimestre de 2012, quando comparado com o mesmo período de 2011.

De acordo com o relatório do Instituto Nacional de Estatística (INE), publicado nesta sexta-feira, os custos salariais caíram 16,1% durante este período. Já as outras despesas para os empregadores ligadas ao trabalho, como as contribuições sociais, por exemplo, sofreram uma redução de 13,2%.

A queda no custo do trabalho tem vindo a acentuar-se gradualmente desde o primeiro trimestre de 2011. Só em 2012 o indicador caiu 14,1% no terceiro trimestre, 10,3% no segundo trimestre e 7,7% nos primeiros três meses do ano.

O INE afirma que a redução dos custos com os salários no quarto trimestre de 2012 resulta, por um lado, da queda de 17% dos custos médios com o trabalho, mas também da redução de 2,4% do número de horas efectivamente trabalhadas.

A queda nos custos de trabalho notou-se particularmente na administração pública e defesa, em que baixaram 28,4% só no último trimestre de 2012. O sector da educação é o segundo mais afectado, sofrendo a segunda maior quebra, de 25% do custo do trabalho.

Só quatro das 18 áreas de trabalho consideradas pelo INE é que escaparam à redução nos custos de trabalho. Nas áreas ligadas às actividades financeiras, aos serviços administrativos, às actividades artísticas e ao sector do aquecimento e electricidade os custos com o trabalho aumentaram.

Excluindo a administração pública, os custos com o trabalho caíram apenas 5,7% e não os 14,9% globais. Fora ainda do sector do Estado, as maiores quedas no custo do trabalho sentiram-se no Norte e centro, onde o índice do INE desceu 11,4% e 9%. Só o Alentejo escapou às quedas.

fonte:http://www.publico.pt/e


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