07
Set 16

Os salários mínimos da Europa

Luxemburgo

Salário mínimo mais alto da Europa com 1922,96 euros. Este valor é possível num país que apresenta uma economia estável, com um crescimento moderado, baixa inflação e baixo desemprego 
 
Bélgica
O salário mínimo é de 1559,38 euros. É um dos países com os rendimentos, per capita, mais elevados da União Europeia e tem uma economia muito desenvolvida, apoiada nos serviços, na indústria e no comércio

Reino Unido
É uma das economias mais fortes e pratica um salário mínimo de 1509,30 euros .A taxa de desemprego é relativamente baixa no contexto europeu, no entanto, apresenta níveis de desigualdade social mais elevados quando comparada com os países europeus mais desenvolvidos
 
Holanda
É a quinta maior economia europeia e um dos dez países mais competitivos do mundo. O salário mínimo é de 1501,80 euros

Irlanda
A crise mundial de 2008 teve particular incidência na Irlanda e, desde então, a economia e a sociedade têm sofrido fortes consequências. Ainda assim, mesmo com reduções nos últimos anos, o salário mínimo na Irlanda é de 1499,33 euros

Alemanha
O motor económico da União Europeia só recentemente é que passou a ter um salário mínimo. É uma das principais potências económicas, a nível mundial, e os trabalhadores alemães têm um conjunto de direitos sociais muito alargados. No entanto, só em 2015, é que entrou em vigor, na Alemanha, o salário mínimo de 1473,33 euros

França
A França tem atravessado algumas dificuldades económicas e sociais nos últimos anos, cuja crise mundial de 2008 só veio agravar. O país pratica um salário mínimo de 1457,52 euros 
 
Entre 500 e mil euros
Portugal está no grupo de países que pratica salários mínimos nacionais neste patamar, juntamente com a Grécia (684 euros), Malta (720 euros), Espanha (757 euros) e a Eslovénia (791 euros), sendo o país desta categoria com a remuneração mínima mensal mais baixa
 
Salários mínimos mais baixos
Bulgária (184 euros), a Roménia (218 euros), a Lituânia (300 euros), a República Checa (332 euros), a Hungria (333 euros), a Letónia (360 euros), a Eslováquia (380 euros), a Estónia (390 euros), a Croácia (396 euros) e a Polónia (410 euros) 

 

fonte:http://sol.sapo.pt/

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05
Fev 15

Salário de vedetas cai 334 mil euros na RTP

A RTP reduziu o salário dos seus apresentadores em 22% desde o início de 2013, o que significa uma poupança anual de 334,4 mil euros, revelou ao CM Alberto da Ponte, o presidente da empresa pública que esta semana abandonará o cargo. Numa carta aberta, o gestor faz mesmo questão de mencionar este facto: "As muitas vezes denominadas ‘vedetas da RTP’ aceitaram reduzir de forma significativa a sua remuneração." Entre estas estrelas estão nomes como o de Catarina Furtado (25 para 15 mil), Fernando Mendes (20 para 15 mil), Jorge Gabriel (15 para 10 mil), Sílvia Alberto (corte de 12 para seis mil) e Sónia Araújo (redução idêntica). Segundo sabe o CM, entre as vedetas da RTP com salários elevados estão ainda José Carlos Malato (14 mil), Herman José (11 mil), Tânia Ribas de Oliveira (10 mil), Marta Leite Castro e Vanessa Oliveira (ambas recebem aproximadamente 5 mil). Entretanto, os resultados provisórios de 2014 revelam que a RTP recebeu 164,9 milhões de fundos públicos (queda de 29,3 milhões), já os gastos totais foram de 212,9 milhões. Aqui destaque para a subida de 15,6 milhões nos custos de grelha (para 84,1 milhões) e para a quebra de 4,9 milhões nos gastos com pessoal (total de 75,8). Já o lucro será de 37 milhões de euros.

fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/t

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29
Dez 14

1274 pessoas ganham mais de 6000 euros no SNS

Médicos e dirigentes têm os salários mais altos. 13% dos médicos ganha mais de 5000

O número de trabalhadores do Ministério da Saúde que recebem mais de 6000 euros por mês aumentou 20% entre 2012 e 2013. De acordo com o último balanço social do SNS, neste último ano havia 1274 profissionais a auferir mais de 6000 euros, mais 217 que no ano anterior. Médicos e dirigentes são os grupos com salários mais altos. Se no global apenas 2,8% dos 124 162 trabalhadores da saúde objecto de análise recebem mais de 5000 euros, 13% dos médicos estão neste escalão. O mesmo acontece com 13,7% dos dirigentes. Já entre os enfermeiros, apenas 0,2% aufere mais de 5000. E noutras categorias  como técnicos de diagnóstico e terapêutica e assistentes estes salários são inexistentes.

O balanço social analisa a estrutura remuneratória dos profissionais, não sendo incluídas nas contas os pagamentos por trabalho extraordinário, prémios de desempenho, subsídios de Natal ou férias e prestações sociais. A par do peso dos salários mais elevados, é possível perceber grandes diferenciais. Por cada profissional que ganha mais de 6000 euros, há seis que ganham o salário mínimo. No global, 7774 trabalhadores (6,3%) auferem menos de 500 euros. Quase nove em cada dez enfermeiros do SNS (87,6%) ganha até 2000 euros, estando em minoria os que ganham mais que este valor. Nos médicos, acontece o contrário. Um terço ganha abaixo de 2000 euros e os restantes acima. Entre os assistentes técnicos e operacionais, a maioria recebe menos de 1000 euros.

O balanço social destaca que o sector da saúde foi o que teve a menor redução de pessoal na administração pública e que 67% dos trabalhadores, por ganharem menos de 1500 euros, não foram abrangidos pelos cortes. Se se percebe com a distribuição de salários quais foram os mais abrangidos, o relatório mostra outra grande talhada nos últimos anos: nos dirigentes. No âmbito do PREMAC, que ditou a extinção, fusão e restruturação das instituições, passaram de 1051 em 2010 para 748 em 2013, uma diminuição de cerca de 29%. Os dados da Administração Central do Sistema de Saúde mostram que 192 em 242 dirigentes superiores são cargos de nomeação política, como administradores hospitalares.

 

 

fonte:http://www.ionline.pt/

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07
Set 14

Salários mais altos, sobretudo nos cargos de chefia

Os salários aumentaram nos cargos de chefia, mas permanecem quase inalterados para os trabalhadores menos qualificados. Esta é a principal conclusão de um estudo da consultora Mercer sobre a política salarial em Portugal.

De acordo com o estudo "Total Compensation Portugal 2014", as funções de administradores e directores gerais obtiveram a maior variação salarial (3,31% e 1,64% respectivamente). 

“Em níveis de responsabilidade mais baixos - operários, aéreas de comercias e vendas – há um quase congelamento dos incrementos salariais” (0,14% e 1,41%, respectivamente), explicou à Renascença Tiago Borges, responsável da área de estudos de mercado da Mercer. Esta situação é justificada com a entrada de novos trabalhadores para estas funções, com níveis salariais mais baixos. 

O mesmo estudo revela que 19% das empresas prevêem aumentar o número de trabalhadores e que 8% prevêem diminuir. Mas a grande maioria, 73% das organizações, afirma que irá manter o número de colaboradores em 2014. 

Pela primeira vez, a Mercer analisou os níveis salariais dos recém-licenciados, verificando que o salário base anual destes trabalhadores, no seu primeiro emprego, situa-se maioritariamente entre 12.600 euros e os 18.075 euros. 

O crescimento salarial verificado em 2014 foi superior ao observado em 2013 (entre 1,09 e 1,24%) e a perspectiva para 2015 é de que esse crescimento varie entre 1,23% e 1,40%. 

Para fazer este estudo, a Mercer analisou 106.445 postos de trabalho, em 302 empresas presentes no mercado português. 

 

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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16
Jun 14

Salários do Estado vão ter em conta números do sector privado

O Governo e os sindicatos da função pública vão começar a negociar já esta semana a nova tabela remuneratória única (TRU) que passará a integrar todas as carreiras da administração pública e cujo desenho terá em conta o nível salarial praticado no sector privado.

A integração das carreiras e cargos que atualmente estão fora da TRU, nomeadamente professores, médicos, enfermeiros, magistrados ou inspetores, não dará origem a qualquer revalorização ou redução do salário base que agora é auferido.

"A integração na TRU faz-se no nível remuneratório correspondente ao exato montante pecuniário fixado para a posição remuneratória da categoria em que os trabalhadores se encontram inseridos", refere a proposta de negociação enviada aos sindicatos, a que o Dinheiro Vivo teve acesso.

Ao mesmo tempo, até ao final deste ano, o Governo pretende rever a "amplitude dos posicionamentos remuneratórios previstos na TRU" para as carreiras em que se justifique criar valorizações remuneratórias face "ás práticas salariais vigentes no mercado de trabalho em Portugal".

No final do Conselho de Ministros da passada quinta-feira, a ministra das Finanças acentuou que todo este trabalho irá aumentar a transparência e permitir uma comparação mais direta dos níveis remuneratórios de cada carreira da função pública e destas com o sector privado. O objetivo é traduzir para valor os índices remuneratórios de cada carreira especial e transpo-los para a TRU.

A proposta que começa a ser discutida com os sindicatos no final desta semana prevê ainda que durante 2014, o Governo avance com uma revisão das remunerações dos cargos dirigentes "com a criação de posições remuneratórias que prevejam diferentes graus de complexidade funcional e de responsabilidade".

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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07
Mai 14

Salário desce em janeiro para 140 mil funcionários

A subida das contribuições para a Caixa Geral de Aposentações de 11% para 11,2% vai trazer um corte do rendimento líquido mensal aos cerca de 140 mil funcionários públicos e trabalhadores de empresas públicas que ganham menos de 675 euros por mês. Como estão isentos de corte, também ficarão de fora do plano de reversão da redução salarial que está previsto iniciar-se em 2015.

 

No Documento de Estratégia Orçamental (DEO), o Governo compromete-se a devolver em 20% o corte salarial que está a ser aplicado desde 2011 e que no início de 2014 foi alargado a todos os que ganham por mês mais de 675 euros. No mesmo momento, foi também anunciada uma subida de 0,2 pontos percentuais das contribuições dos trabalhadores para os sistemas de previdência (Caixa Geral Aposentações e Segurança Social). A conjugação de uma medida com a outra fará que, no final do mês, haja um aumento do rendimento líquido, ainda que de reduzido valor, para quem agora está sujeito ao corte. Uma remuneração mensal bruta de 700 euros foi reduzida este ano em 17,5 euros, dos quais 3,5 euros serão devolvidos a partir de janeiro. Na mesma altura as contribuições para a CGA deste salário passarão de 75 para 76,8 euros - sendo o acréscimo inferior à reversão do corte.

Os cerca de 140 mil trabalhadores que auferem menos de 675 euros (95 mil da função pública e os restantes de empresas públicas), e que, por isso, ficaram de fora desta medida de corte, deverão contar com uma descida do salário líquido a partir de janeiro quando entrar em vigor a nova taxa de 11,2%. Na prática, este agravamento irá ascender a 1,35 euros (18,9 euros por ano) para uma remuneração daquela ordem de grandeza.

A subida das contribuições tem estado no centro das críticas da oposição e é um dos temas que a Fesap quer abordar na reunião que vai ter amanhã com o secretário de Estado da Administração Pública. José Abraão, do Sintap/Fesap, acentua que a medida afeta todos, mesmo os que ganham menos. “Diz-se que os salários médios foram mais chamados a fazer sacrifícios, mas constata-se que todos perderam, mesmo os de valor mais reduzido”, refere. Vários membros do Governo têm acentuado que a medida não visa angariar mais receita para o Estado, mas reforçar a sustentabilidade dos sistemas.

A última vez que os descontos para a CGA aumentaram foi em 2011, ainda durante o Governo de José Sócrates, tendo passado de 10% para 11,5%.

Antes da nova mudança nesta taxa, os funcionários públicos e também os pensionistas deverão preparar-se para um novo agravamento na ADSE para 3,5%. A medida só deverá produzir efeitos a partir de junho, já que não foi ainda apreciada pelo Presidente da República e não é certo que Cavaco não volte a vetá-la.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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16
Out 13

Salários brutos de 1500 euros são os mais penalizados

Os funcionários públicos com salários brutos de 1.500 euros são os mais penalizados com os cortes salariais na função pública previstos na proposta de Orçamento para 2014 (OE2014), segundo simulações feitas pela consultora PricewaterhouseCoopers (PwC).

As contas feitas pela consultora mostram que um funcionário público com um salário bruto de 1.500 euros irá receber apenas 1.059,76 euros líquidos em 2014, um valor que compara com um salário líquido de 1.142,25 euros que recebe em 2013, uma quebra de 7,2%. Este corte resulta das regras previstas no OE2014 onde se prevê um corte salarial para os funcionários públicos entre 2,5% e 12% a partir dos 600 euros.

Segundo as contas da consultora, este funcionário verá, em 2014, o seu salário 'cortado' em mais de 86 euros em resultado das regras do Orçamento apresentado na terça-feira. Depois ainda terá de descontar as retenções de IRS (feitas com base nas tabelas em vigor este ano) e as contribuições para a Segurança Social. Em 2013, só tinha de descontar as duas últimas parcelas, uma vez que escapava ao corte em vigor desde 2011 que prevê uma redução salarial entre 3,5% e 10%, mas apenas para rendimentos acima de 1.500 euros.

Eis as simulações:

+++ Salário bruto de 650 euros +++

Nesta situação, o funcionário público apenas irá receber efectivamente em 2014 um salário de 574,91 euros, um valor que compara com os 583,71 euros, uma redução de 1,5%. Este funcionário não tinha qualquer tipo de corte em 2013, mas para 2014 é afectado pela norma prevista no OE2014.

+++ Salário bruto de 1.250 euros +++

Nesta situação, o salário líquido em 2014 será de apenas 925,22 euros, o que compara com um salário de 980,21 euros em 2013. Também nesta situação, o funcionário não estava sujeito a cortes salariais em 2013, passando a estar no próximo ano.

+++ Salário bruto de 2.500 euros +++

Este é o único caso em que tanto em 2013 como em 2014 o funcionário público já está sujeito a um corte salarial. Ainda assim, em 2014 o seu salário líquido apenas será de 1.526,16 euros, valor que compara com um salário de 1.580,79 euros em 2013, um corte de 3,4%.

fonte:Lusa/SOL

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24
Set 13

Salários no Norte baixam mais do que no resto do País

No segundo trimestre de 2013, o salário médio dos trabalhadores por conta de outrem da Região do Norte registou uma queda real de 2,1%, para 741 euros, relativamente ao período homólogo de 2012 e após um ligeiro crescimento registado nos primeiros três meses do ano. Os dados são divulgados hoje pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), no relatório “Norte Conjuntura”, relativo ao segundo trimestre de 2013.

Segundo o relatório da CCDRN, a média de 741 euros está 62 euros abaixo do salário médio mensal líquido a nível nacional, que também caiu no segundo trimestre, para 803 euros (uma queda de 1,2% em termos reais).

 

A queda de 2,1% no salário médio dos trabalhadores do Norte deve-se, de acordo com a CCDRN, à redução de 1,7% no salário nominal e a uma inflação de 0,4% no segundo trimestre. A redução do salário médio a nível nacional traduz uma redução de 0,6% do salário nominal e uma inflação de 0,6%.

Os custos de trabalho, por sua vez, registaram, em termos homólogos, um crescimento de 3,4% na Região do Norte e de 1,8% a nível nacional, invertendo-se, em ambos os casos, as tendências de queda do primeiro trimestre.

No caso da Região do Norte, o aumento dos custos de trabalho reflete um acréscimo de 6% no custo médio por trabalhador, deduzido por um aumento de 2,7% no número de horas efetivamente trabalhadas.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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20
Jul 13

Reguladores perdem dois terços do salário

A proposta que indexa as remunerações dos reguladores ao vencimento do primeiro-ministro tem votação final marcada para a próxima quarta-feira, prevendo-se que a lei seja publicada entre setembro e outubro. O novo teto salarial funcionará como referencial, mas a sua adoção poderá fazer que os elementos do conselho de administração destes organismos vejam as suas remunerações cair para cerca de um terço do valor atual.

O texto subscrito pelo PSD e CDS/PP está ainda em discussão mas deverá aproximar-se já da versão final que vai ser votada pelo Parlamento. O ponto mais sensível está na inclusão do “vencimento mensal do primeiro-ministro como valor-limite de referência” entre os critérios que devem ser observados pela futura Comissão de Vencimentos. A aplicação prática desta referência fará que o presidente de uma entidade reguladora passe a receber 6850 euros por mês (95,9 mil/ano), incluindo despesas de representação, o que nos casos da Comissão do Mercados de Valores Mobiliários, da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, da Autoridade da Concorrência ou da Autoridade Nacional de Comunicações representa um corte de mais de dois terços face ao que agora estes responsáveis auferem - cerca de 22 550 euros ilíquidos mensais, segundo os dados disponíveis dos relatórios e contas.

Uma comparação com as remunerações dos administradores da Zon e da Sonaecom permite concluir que já hoje os reguladores que estão a apreciar o processo de fusão entre Zon e Optimus ganham menos de metade do que aqueles gestores. No futuro será ainda menos.

Em declarações ao Dinheiro Vivo, o deputado do PSD Paulo Baptista Santos relativizou estas diferenças, acentuando que a questão de independência dos reguladores não está no valor pago aos seus responsáveis, mas nos meios humanos e técnicos que estes têm para desempenhar as suas funções.

Acima do patamar dos 22 550 euros referidos surge o Banco de Portugal, com o salário bruto mensal do governador a rondar os 24 054 euros - mas o supervisor financeiro ficará de fora das novas regras, tal como a Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Para os cargos de vice-presidente e de vogal, o valor de referência para a remuneração será de 90% e 80% do salário do primeiro-ministro. Este limite tem causado algum desconforto, mas surge em linha com as regras adotadas para as empresas públicas.

O diploma define ainda que “durante um período de dois anos” administradores e diretores técnicos “não podem estabelecer qualquer vínculo ou relação com as empresas ou outras entidades destinatárias” que tenham regulado. Ao longo deste período de nojo de dois anos, haverá lugar a uma compensação equivalente a metade do que recebiam por mês no exercício do cargo.

Em declarações ao Dinheiro Vivo, o ainda presidente da AdC, Manuel Sebastião, considerou “normal” este ponto da legislação, acentuando que os estatutos da Concorrência já preveem “inibição” semelhante. A maioria dos reguladores já tem um sistema de incompatibilidade, mas a nova lei-quadro vem sistematizá-lo, referiu o deputado do PSD.

 

Depois de ouvir Hélder Rosalino, a AR vai agora aprovar o diploma.  

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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22
Mai 13

Salário de um português é quase metade da média europeia

Noruegueses lideram, com 3.644 euros. Um português aufere em média menos de um terço deste valor.

Um português ganha em média um salário bruto mensal de 1.078 euros, pouco mais de metade da média europeia, que se situa nos 1.936 euros.  As conclusões são de um estudo da consultora internacional Adecco, divulgado esta terça-feira. 

Portugal fica no 18º lugar entre 27 países (a Noruega é incluída, a Grécia não), que tem como base dados de 2010 publicados pelo Eurostat. Um português ganha menos 537 euros por mês do que um espanhol e menos 1.343 do que um alemão, que leva para casa um salário bruto de 2.421 euros. 

A Europa do Norte aparece no topo da tabela da Adecco. Na Noruega, o salário médio bruto é de 3.644 euros, enquanto na vizinha Dinamarca é de 3.572 euros por mês. Quer isto dizer que, em média, ganham mais do triplo que um português. 

Abaixo de Portugal só mesmo os países da Europa de Leste. O país onde o salário médio bruto é menor é na Bulgária, onde se aufere 291 euros.

fonte:http://rr.sapo.pt

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