05
Jul 15

800 mil ganham menos de 600 €

Cerca de 800 mil trabalhadores têm um ordenado inferior a 600 euros, segundo o Boletim Estatístico do Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) do Ministério da Economia. Um universo que deverá ser maior, já que estes valores dizem respeito a 2013 e, desde então, o número de pessoas com o ordenado mínimo não tem parado de aumentar. É nos dois escalões de remuneração mais baixos que está a maioria dos trabalhadores por conta de outrem. Na prática, recebem o salário mínimo – em 2013 era de 485 euros – e entre o ordenado mínimo (505 euros) e 599 euros. No escalão mais elevado, em que o salário mensal é igual ou superior a 3750 euros, estão 23 600 trabalhadores. O patamar de salário mais baixo tem, contudo, vindo a engrossar, atingindo o peso máximo em outubro de 2014, quando se fixou em 19,6%. Por cada 100 trabalhadores por conta de outrem, 20 recebem salário mínimo, auferido por cerca de 30% dos trabalhadores de outras atividades de serviços. As mulheres continuam a ser mais penalizadas, tendo subido para 25 por cento o seu peso relativo no conjunto destes trabalhadores. Portugal conta com cerca de 4,4 milhões de trabalhadores, dos quais 3,6 milhões por conta de outrem.

fonte: http://www.cmjornal.xl.pt

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08
Fev 15

Salário mínimo português continua a ser o quinto mais baixo do euro

Apesar do aumento do salário mínimo em Outubro, Portugal apresenta um dos valores mais baixos entre os 15 países da zona euro que contam com uma remuneração mínima.

Depois de vários anos de congelamento, o salário mínimo em Portugal aumentou para 505 euros em Outubro do ano passado. Mas, mesmo assim, o país continua a registar o quinto valor mais baixo se a comparação for feita com os 15 países do euro que também têm uma remuneração mínima garantida, indicam os dados do Eurostat actualizados recentemente.

Uma vez que, por cá, a remuneração é paga em 14 meses, o Eurostat dá conta de um valor de 589,17 euros, para possibilitar a comparação entre os vários países. Com este montante, Portugal só ultrapassa a Estónia (390 euros), Eslováquia (380 euros), Letónia (360 euros) e Lituânia (300 euros). Já o Luxemburgo apresenta o salário mínimo mais elevado, com quase 1.923 euros.

A partir deste ano, o grupo de países com remuneração mínima inclui mais um estado: a Alemanha, que, de acordo com a agência europeia de estatística, conta com um valor mensal de 1.473 euros (depois de convertido o valor horário).

Olhando para os 22 países da União Europeia com salário mínimo, Portugal posiciona-se já a meio da tabela, na 11ª posição.

Os dados do Eurostat, referentes a 1 de Janeiro, permitem ainda perceber que 18 países da União Europeia (contando já com a Alemanha) sentiram alterações no seu salário mínimo, comparando com Julho de 2014 (os dados são bianuais). Portugal está neste grupo, com a oitava maior subida (excluindo Alemanha), de 4,12%. O maior crescimento registou-se na Letónia, enquanto a Croácia chegou a sentir uma ligeira descida.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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30
Mai 14

Portugueses ganham metade da média europeia

O salário médio líquido mensal dos portugueses em 2013 foi de 984 euros, praticamente metade da média europeia, de 1.972 euros, e um dos mais baixos de toda a União Europeia (UE), segundo um estudo divulgado esta sexta-feira.

De acordo com o documento, que se baseia em dados do Eurostat e que foi divulgado pela consultora de recursos humanos Adecco, em termos absolutos, a diferença entre a média europeia dos "28" e os portugueses é de 988 euros por mês ou 11.856 euros por ano.

Dinamarca lidera 
Portugal surge em 18.º lugar numa lista liderada pela Dinamarca (3.739 euros), seguindo-se o Luxemburgo (3.009 euros), a Finlândia (2.622), a resgatada Irlanda (2.621) e a Alemanha (2.574 euros).

Portugal é também superado em salários médios pela Grécia (1028 euros mensais) e pela vizinha Espanha, onde a média é mais de 60% superior à portuguesa, ascendendo aos 1.634 euros.

Abaixo de Portugal estão países como a Croácia (848 euros) ou a Polónia (693 euros), sendo a Bulgária (316 euros) o país com o salário médio mais baixo da UE.

 fonte:http://rr.sapo.pt/in

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25
Set 13

Autoeuropa tem salário médio de 1.340 euros

Trabalhadores da Autoeuropa contrariam números avançados por Marques Mendes.

A Comissão de Trabalhadores (CT) da Volkswagen Autoeuropa disse hoje, em comunicado, que "o salário médio dos técnicos ronda os 1.200 euros e o geral (tendo em conta os especialistas) ronda os 1.340 euros brutos", contrariando o que Marques Mendes disse durante o seu comentário semanal na SIC.

Marques Mendes tinha avançado que o salário médio dos trabalhadores da Volkswagen Autoeuropa rondaria os 1.800 euros e os 15 pagamentos anuais.

A CT refere que o número de pagamentos é de 14 meses e o que o comentador decidiu chamar de 15º mês "não é mais que o pagamento de ‘down days' quando estão positivos, e que foram conquistados à custa de dois anos sem aumentos salariais (2003 a 2005)."

No mesmo comunicado, a CT confirma ainda que a produção irá manter-se nos 460 carros dia até às férias de Natal e relembra que segundo o acordo de 2012/2014, os salários serão aumentados a 1 de Outubro em 1,6% para 12 meses seguintes.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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29
Jun 13

Salários dos portugueses caíram 9% nos últimos dois anos

As remunerações dos trabalhadores caíram 8,8% no ano terminado no primeiro trimestre de 2013 em comparação com o ano terminado no primeiro trimestre de 2011.

Segundo os dados publicados esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), as famílias receberam 79 mil milhões de euros em remunerações nos 12 meses terminados em Março deste ano, uma queda de 0,5% face ao ano terminado no quarto trimestre de 2012, quando a queda tinha sido mais forte (-2,9%).

 

"A redução menos acentuada das remunerações foi influenciada pelo pagamento de subsídios em duodécimos", explica o INE. "No caso do sector público, o subsídio de Natal é pago em 2013 em duodécimos, enquanto no sector privado foi possível optar pelo pagamento de metade do subsídio de férias e metade do subsídio de Natal em duodécimos."

 

O indicador está a registar quebras consecutivas desde o primeiro trimestre de 2011. No ano terminado nesse ponto, as remunerações recebidas foram 86,6 mil milhões de euros. Ou seja, observa-se uma quebra de 8,8% em dois anos.

 

Estas quebras estão relacionadas, por um lado, com a destruição de emprego e, por outro, com os cortes significativos nos salários dos funcionários públicos.

 

Apesar da queda das remunerações, o rendimento disponível dos portugueses teve um ligeiro aumento no início de 2013, devido aos avanços registados nos rendimentos de propriedade (juros) e nas prestações sociais.

 

Estas variações resultaram numa alteração da composição do rendimento das famílias, cada vez mais dependentes de apoios sociais. "Essa alteração exprime-se designadamente na redução do peso relativo das remunerações e no aumento dos pesos relativos dos rendimentos líquidos de propriedade, essencialmente constituídos pelo saldo entre juros recebidos e juros pagos, e das prestações sociais líquidas de contribuições sociais", refere o INE.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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22
Mai 13

Salário de um português é quase metade da média europeia

Noruegueses lideram, com 3.644 euros. Um português aufere em média menos de um terço deste valor.

Um português ganha em média um salário bruto mensal de 1.078 euros, pouco mais de metade da média europeia, que se situa nos 1.936 euros.  As conclusões são de um estudo da consultora internacional Adecco, divulgado esta terça-feira. 

Portugal fica no 18º lugar entre 27 países (a Noruega é incluída, a Grécia não), que tem como base dados de 2010 publicados pelo Eurostat. Um português ganha menos 537 euros por mês do que um espanhol e menos 1.343 do que um alemão, que leva para casa um salário bruto de 2.421 euros. 

A Europa do Norte aparece no topo da tabela da Adecco. Na Noruega, o salário médio bruto é de 3.644 euros, enquanto na vizinha Dinamarca é de 3.572 euros por mês. Quer isto dizer que, em média, ganham mais do triplo que um português. 

Abaixo de Portugal só mesmo os países da Europa de Leste. O país onde o salário médio bruto é menor é na Bulgária, onde se aufere 291 euros.

fonte:http://rr.sapo.pt

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02
Fev 13

Empresas travam a fundo nos aumentos salariais e contratam cada vez mais barato

A contenção salarial é a melhor perspetiva que os portugueses poderão ter no médio prazo. Os exemplos demonstram-no. A EDP, com lucros acima dos mil milhões em 2012, chegou a propor aos seus trabalhadores um aumento salarial de 0,3% em 2013, subindo depois para 1%. A Portugal Telecom, outra empresa de dimensão internacional, congelou os salários em 2012 e 2013. Só mesmo os duodécimos vão disfarçar, para alguns, uma perda real no salário líquido. A Comissão Europeia estima que as remunerações (salário em dinheiro e outras formas de compensação) tenham caído 2,9% em Portugal no ano transato, avançando 1,5% em 2013. No entanto, os especialistas e representantes de vários sectores contactados pelo Dinheiro Vivo traçam um cenário mais pessimista para este ano. 

Segundo o Banco de Portugal, o rendimento disponível das famílias - montante líquido após impostos e eventual recebimento de prestações sociais - caiu um total de 12,1 pontos percentuais entre 2011 e 2013, já contando com a previsão para este ano. Estar empregado pode ser uma mais-valia em 2013, mas a progressão remuneratória vai restringir-se a nichos profissionais.

"Se há profissão que, na crise, tem condições para se defender é a de engenheiro porque tem armas e competências suficientes para ir para o estrangeiro", afirma Carlos Matias Ramos, bastonário da Ordem dos Engenheiros. Segundo um estudo do PageGroup, as empresas portuguesas recrutaram, em 2012, mais engenheiros para projetos de curta duração, optando muitas vezes por contratos a termo certo. No entanto, quando o contrato é permanente, a perda é notória. Diz o estudo que um diretor de operações pode receber até 5000 euros brutos por mês. Um engenheiro de processos e métodos ou de qualidade pode apenas auferir até 2000 mil euros. "É claro que ninguém quer sair do seu país, mas não havendo possibilidades cá, têm condições para exercer a profissão com qualidade e, por isso, estão a ser muito chamados para fora", sublinha Matias Ramos. "Em 2012, havia 300 a 400 cursos com nome de engenharia, mas quando entrei eram 600. O mercado vai ajudar à criação de emprego, mas é preciso estabelecer uma estratégia porque o mercado só usa o que lá se põe". Segundo a agência de recrutamento Hays, um engenheiro projetista em início de carreira na construção ganhava 914 euros em 2008 e agora fica-se pelos 839 euros.

"Os advogados ressentem-se da crise económica, porque é verdade que há mais casos, mais complexos e mais demorados, mas os clientes estão empobrecidos para conseguirem pagar os honorários", explica Rogério Alves, advogado e ex-bastonário da Ordem. "Acredito que a carga fiscal será menor [dentro de dois ou três anos] e não a atual absolutamente absurda, o que permitirá às pessoas pagarem o que é justo pelo trabalho dos advogados", acrescenta. "Os nossos salários têm estado congelados desde 2005, e depois em 2011 sofreram uma redução que seria entre 3,5% e 10%, que no nosso caso eram para quase todos de 10%. As outras componentes, como o subsídio de insularidade e de compensação, sofreram uma redução de 20%", lamenta Rui Cardoso, presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, logo acrescentando a perda do subsídio de Natal e férias, em 2012, que afetou toda a função pública.

Os médicos dizem que estão todos a ganhar menos do que ganhavam há alguns anos. A Hays refere o exemplo do clínico geral em início de carreira que ganhava 2197,87 euros há cinco anos e que agora reduziu para 2013,79 euros. "Não faz sentido dizer que um médico ganha bem. Há gente que leva para casa 1800 euros ao fim de muitos anos de trabalho, e a fazer 35 horas por semana e 12 de urgência", explica Merlinde Madureira, presidente do Sindicato dos Médicos do Norte. O governo negociou com os sindicatos um acordo para os médicos que vão entrar na carreira. Estes passarão a receber 2700 euros brutos, cumprem 40 horas semanais e 18 horas de urgência - e não as 12 que eram a norma. Do lado dos enfermeiros, o desapontamento é geral. "Não tem havido qualquer evolução. Isto significa que os enfermeiros têm as progressões nas carreiras congeladas desde 2005 e as promoções desde 2011. Houve uma negociação para a evolução da carreira, e ficou determinado que o salário em início de carreira deveria ser de 1200 euros", afirma Guadalupe Simões, presidente dos Sindicatos dos Enfermeiros Portugueses. Mas o congelamento de progressões irá criar uma injustiça relativa: um enfermeiro com 27 anos de serviço ganhará somente mais 200 euros do que um colega em início de carreira.

No caso da banca, o acordo coletivo de trabalho (ACT) foi denunciado pelos patrões. O líder do Sindicato dos Bancários do Norte, Mário Mourão, lembra que, quando a banca começou a não atualizar as tabelas salariais - um funcionário pode ganhar desde 736,78 euros, no início de carreira, até aos 2723 euros, segundo a tabela geral do ACT -, os sindicatos "mostraram-se compreensivos e aceitaram, desde que o volume de emprego fosse mantido, o que não se verificou". O BCP, o BPN, o Barclays e o Montepio, entre outros, avançaram com despedimentos e rescisões. Mário Mourão considera que, assim sendo, "é tempo de a banca se sentar à mesa e negociar", até porque têm "registado elevados lucros". No BCP, o salário mais alto é de 5255 euros e na CGD é de 4012 euros, embora neste último caso os funcionários tenham sofrido os cortes da função pública, que chegaram aos 15%.

Na construção civil, um operário qualificado ganha, no máximo, 545 euros mensais. Mas, em tempos de prosperidade do sector, estes trabalhadores "levavam para casa outro tanto, ou mais, em horas extraordinárias", o que hoje não acontece, afirma Albano Ribeiro, presidente do Sindicato da Construção de Portugal. Garante mesmo que "já há empresas a impor reduções salariais" de modo a evitarem despedimentos. Segundo o sindicato, não falta quem esteja a pagar apenas o salário mínimo nacional (485 euros), o que considera inexplicável. "É um trabalho duro, feito ao frio e à chuva, não há razão nenhuma para que não lhes pagassem, no mínimo, 750 euros ao mês". No entanto, Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, recusa que a redução de salários seja uma tendência no sector. Segundo a Hays, um diretor de obra ganhava nos primeiros anos de carreira 1399 euros em 2008, passando a 1198 euros em 2012.

Segundo a Egor, uma das empresas de recrutamento mais antigas a trabalhar no mercado português, há uma baixa das remunerações que ronda os 30% entre 2008 e 2012. "Um profissional que há oito anos era contratado por 3 mil euros hoje será por 2 mil. E nem estou a falar de impostos", afirma Amândio da Fonseca, diretor da Egor. O mercado parece estar a beneficiar a contratação de desempregados, uma vez que as empresas podem pagar salários mais baixos a esses candidatos. "Mesmo em multinacionais de produtos de grande consumo (caso da Colgate ou Panrico, entre outras), um estagiário recém-licenciado ganha à volta de 1000 euros", diz Nuno Troni, manager para área Comercial e Marketing da empresa de recrutamento Michael Page. Segundo a sua experiência, licenciados em Economia, Gestão ou até Engenharia pela Universidade Nova, ISEG, Católica ou Universidade Técnica têm alto grau de empregabilidade. E profissões ligadas à exportação e tecnologias de informação conseguem melhores ordenados. "Há um aumento óbvio de saídas para Angola, Moçambique e Brasil especialmente. E isso tem sido o que tem sustentado as agências de recrutamento, porque cá o mercado está mesmo parado. As empresas não estão a contratar e quando o fazem, o salário é o critério", explica Amândio da Fonseca, da Egor.

 

fonte.http://www.dinheirovivo.pt/

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16
Jan 13

Reposição do subsídio de Natal anulada em salários brutos acima de 1.850 euros na função pública

Os funcionários públicos com salários brutos superiores a 1.850 euros vão perder rendimento face a 2012 devido ao aumento de impostos, mesmo com a reposição do subsídio de Natal em duodécimos, segundo as simulações da PricewaterhouseCoopers (PwC).

"De acordo com os nossos cálculos, por regra, para contribuintes solteiros e casados dois titulares, com rendimento mensal bruto superior a 1.850 Euros, a diluição do subsídio de Natal não absorve na totalidade o incremento do imposto mensal", explica Martim Gomes, especialista em fiscalidade da PwC.

O Orçamento do Estado para 2013 prevê que os funcionários públicos e das empresas públicas voltariam a receber o subsídio de Natal em 2013 depois de o Tribunal Constitucional ter decidido que a suspensão do subsídio de férias e de Natal era inconstitucional.

fonte:http://www.destak.pt/a

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11
Nov 12

Salário médio está em queda desde 2009

Ordenado médio reduziu-se 4,5% nos primeiros nove meses deste ano

O salário médio dos portugueses reduziu-se 4,5 por cento nos primeiros nove meses deste ano e está em queda desde 2009, segundo dados do Banco de Portugal (BdP).

Estes valores são relativos à base de dados do BdP de transferências bancárias para pagamento de remunerações do trabalho. Estes números não são absolutos, mas captam uma fatia relevante dos salários dos trabalhadores por conta de outrem.

Entre janeiro e setembro, o salário médio mensal (incluindo os subsídios de férias distribuídos pelos nove meses) medido por estas transferências foi de 1.014 euros, um valor 4,5 por cento inferior ao do mesmo período do ano passado. 

Em 2011, o salário médio já caíra 3,6 por cento relativamente ao ano anterior; em 2010, a quebra foi de 0,4 por cento. O último ano em que o salário subiu, segundo estes dados do BdP, foi 2009, escreve a Lusa.

Estes cálculos são contudo contrariados pelos números mais recentes incluídos no boletim estatístico do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, relativos a outubro de 2011. Estes valores apontam para uma tendência de crescimento, embora modesto, do ganho médio mensal entre 2008 e 2011.

A Comissão Europeia divulgou nas suas últimas estimativas dados sobre a evolução das remunerações em Portugal, no âmbito das suas previsões de Outono. Segundo a Comissão, depois de um forte aumento em 2009 (5,2 por cento), as remunerações reais caíram nos últimos três anos - e a quebra deverá ser particularmente forte em 2012 (-5,1 por cento). 

A Comissão espera que as remunerações subam ligeiramente este ano (0,6 por cento), mas voltem a decrescer em 2014 (-0,9 por cento).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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07
Nov 12

Salários reais dos portugueses vão aumentar em 2013

Depois de forte queda este ano, os salários reais voltarão a aumentar em 2013, em 0,6%, o dobro do registado na zona euro, diz Bruxelas.

Os salários reais dos portugueses vão voltar a aumentar em 2013, depois de uma queda brutal este ano. Segundo as previsões económicas da Comissão Europeia hoje divulgadas, os salários reais sobem 0,6% em 2013, depois de uma queda de 5,1% este ano.

Um aumento que está em linha com o aumento da produtividade esperada para 2013 mas que é o dobro do registado na zona euro (0,3% em 2013 e 2014), um facto que aparentemente contraditório com a percepção de crise e que pode ser parcialmente explicado pela devolução dos subsídios aos funcionários públicos.

De qualquer forma, será sol de pouca dura porque em 2014, os salários reais voltarão a cair 0,9%. Nas previsões de Bruxelas, o maior fosso registado nos salários é sem dúvida este ano que agora finda, embora não haja nenhum sinal de recuperação significativa nos próximos anos.

Na Alemanha, os salários reais crescem entre 1% este ano e 1,3% em 2014, ou seja face a Portugal há um crescente reequilíbrio da competitividade medida pelo factor salário, sobretudo entre 2011 e 2012.

O consumo privado em Portugal vai continuar a recuar em 2013, passando de 1% nas anteriores previsões para 1,7% agora, mas nada que se compare com a queda de 5,9% registada este ano. Bruxelas projecta uma recuperação deste indicador para 0,2% em 2014.

A produtividade do trabalho estará em 2013 em média da zona euro, mas em 2014 voltará a ficar meio ponto abaixo, enquanto os custos unitários do trabalho aumentam 0,9% em 2013 e caiem 0,1% em 2014

fonte:http://economico.sapo.pt/

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