03
Jul 14

Alemanha aprova salário mínimo de 1309 euros

A Alemanha vai ter um ordenado mínimo de 8,5 euros por hora. A câmara baixa do Parlamento alemão aprovou esta quinta-feira a medida depois de meses de debate entre políticos e empresários sobre o custo do trabalho.

Esta era uma das exigências do SPD, partido de centro-esquerda, para entrar na coligação governamental liderada pela chanceler Angela Merkel.

Se fizermos as contas a sete horas de trabalho por dia e a 22 dias de trabalho dá 1309 euros por mês.

A Alemanha era um dos sete países da União Europeia que não tinha salário mínimo. Em Portugal é de 485 euros.

fonte:http://rr.sapo.pt/

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02
Abr 14

Salário mínimo na Alemanha passa a 8,5 euros à hora

O salário mínimo na Alemanha vai passar a ser de 8,5 euros por hora a partir de janeiro do próximo ano, segundo uma lei aprovada esta quarta-feira pelo Conselho de Ministros, depois de um acordo entre conservadores e sociais-democratas.

"Está feito", disse uma fonte governamental, citada pela agência de notícias France Press, após a adoção da lei em Conselho de Ministros.

A decisão entra em vigor a 1 de janeiro de 2015, estando contudo previsto um período de transição para os trabalhadores que estiverem cobertos por acordos coletivos de trabalho.

O salário mínimo será aplicado a todos o mais tardar, em 2017, exceto aos menores de 18, aos estudantes e aos desempregados de longa duração, que ficarão isentos durante seis meses após a contratação.

A legislação aprovada terá ainda que ser aprovada pela câmara baixa do Parlamento alemão (Bundestag), e provavelmente também pela câmara alta (Bundesrat), mas em qualquer dos casos tal não deve representar um problema.

A introdução de um salário mínimo surge como uma revolução no país que historicamente tem permitido aos parceiros sociais a negociação dos salários.

Os parceiros da Alemanha, com a França à cabeça, esperam que a medida vá corrigir situações em que os trabalhadores sejam pagos abaixo de um preço justo, nomeadamente em áreas como o agroalimentar, e aumentar o consumo interno na maior economia da Europa.

fonte:http://www.jn.pt/P

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09
Jun 13

Quase 25% dos trabalhadores alemães recebem "salários baixos"

Quase um em cada quatro trabalhadores alemães recebe um salário considerado baixo, informa o semanário "Der Spiegel", colocando o mercado laboral ao nível dos mais afetados pela crise económica que atravessa a Europa.


De acordo com a revista, há entre 6 a 8 milhões de trabalhadores alemães a receber 11 euros por hora, no oeste da Alemanha, e 8,11 euros no antigo território da Alemanha Oriental.

Estes números contrastam com a boa imagem do mercado laboral alemão, entre os mais equilibrados da União Europeia, principalmente no que diz respeito ao desemprego jovem, que afeta apenas 8% dessa população ativa, o que contrasta com os mais de 30% em Portugal e cerca de 50% na Grécia ou em Espanha.

O "Der Spiegel" cita dados do Instituto de Macroeconomia e Análise Económica Hans Böckler, que destaca a boa situação geral do mercado laboral alemão, mas alerta também para alguns desequilíbrios salariais.

Um dos bons indicadores registados pelo estudo refere-se ao número de desempregados, que baixou de quase cinco milhões em 2005 para menos de dois milhões, atualmente.

Este aparente êxito, explica o Instituto, deve-se em boa parte aos desequilíbrios salariais, ou seja, à alta percentagem de pessoas empregadas com salários considerados mínimos, o que fará com que, no futuro, muitos dos reformados tenham pensões bastante inferiores à média atual.

"Nas últimas décadas tem havido uma evolução, na Alemanha, de desequilíbrios salariais altamente problemática, quer do ponto de vista social, quer do ponto de vista económico", concluiu o diretor do instituto, Gustav Horn, de acordo com o "Der Spiegel", segundo a agência EFE.

fonte;:http://www.jn.pt/


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31
Mar 12

Salários públicos da Alemanha sobem mais de 6%

Os salários dos trabalhadores das empresas públicas alemãs vão subir 6,3% nos próximos dois anos, segundo um acordo assinado este sábado entre o sindicato do setor dos serviços Ver.di e as administrações das empresas.

Depois de semanas de paralisações selectivas e negociações, as duas partes anunciaram à imprensa, após uma noite de conversações, os termos do acordo alcançado entre o ministro do Interior, Hans-Peter Friedrich, e o responsável máximo pelo sindicato Ver.di, Frank Bsirske.

O acordo implica um aumento salarial de 6,3% nos próximos dois anos, embora de forma gradual, mas do lado sindical também houve concessões.

Bsirske referiu que o sindicato renunciou ao pagamento do «complemento social» que havia exigido, enguanto Friedrich se congratulou dizendo que com este acordo se evitam novas paralisações e «os trabalhadores ganharam».

Desde 05 de março, dezenas de milhares de trabalhadores das empresas públicas alemãs fazem paralisações seletivas que têm vindo a afetar transportes públicos, educação e serviços de limpeza.

Na terça-feira passada, a prestação de serviços em vários aeroportos alemães foi interrompida.

Na segunda ronda de negociações, há duas semanas, os sindicatos recusaram a proposta patronal de um aumento de 3,3%, de forma faseada nos próximos dois anos.

O sindicato referiu também que o objetivo era reduzir as diferentas salariais entre os trabalhadores do setor público e do setor privado.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/ec

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