07
Set 14

Salários mais altos, sobretudo nos cargos de chefia

Os salários aumentaram nos cargos de chefia, mas permanecem quase inalterados para os trabalhadores menos qualificados. Esta é a principal conclusão de um estudo da consultora Mercer sobre a política salarial em Portugal.

De acordo com o estudo "Total Compensation Portugal 2014", as funções de administradores e directores gerais obtiveram a maior variação salarial (3,31% e 1,64% respectivamente). 

“Em níveis de responsabilidade mais baixos - operários, aéreas de comercias e vendas – há um quase congelamento dos incrementos salariais” (0,14% e 1,41%, respectivamente), explicou à Renascença Tiago Borges, responsável da área de estudos de mercado da Mercer. Esta situação é justificada com a entrada de novos trabalhadores para estas funções, com níveis salariais mais baixos. 

O mesmo estudo revela que 19% das empresas prevêem aumentar o número de trabalhadores e que 8% prevêem diminuir. Mas a grande maioria, 73% das organizações, afirma que irá manter o número de colaboradores em 2014. 

Pela primeira vez, a Mercer analisou os níveis salariais dos recém-licenciados, verificando que o salário base anual destes trabalhadores, no seu primeiro emprego, situa-se maioritariamente entre 12.600 euros e os 18.075 euros. 

O crescimento salarial verificado em 2014 foi superior ao observado em 2013 (entre 1,09 e 1,24%) e a perspectiva para 2015 é de que esse crescimento varie entre 1,23% e 1,40%. 

Para fazer este estudo, a Mercer analisou 106.445 postos de trabalho, em 302 empresas presentes no mercado português. 

 

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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08
Abr 14

Salário mínimo em Portugal cada vez mais longe da média da UE

Quando se olha para a evolução dos salários mínimos na União Europeia (UE) durante o período da crise, percebe-se que Portugal afastou-se da média europeia entre 2009 e 2014.

Há cinco anos, o valor médio na UE era de 708 euros, em paridades de poder de compra. Em 2014, passou para os 823 euros, de acordo com dados do Eurostat. E se em 2009 o salário mínimo em Portugal correspondia a 83% da média, em 2014 passou para 80%.

Os valores usados pelo Eurostat para os casos dos países em que o salário é pago em 14 meses, como em Portugal, são ajustados. É essa a explicação para que o valor usado pelo Eurostat para Portugal seja de 659,74 euros mensais em  2014 [equivale a (485x14)/12 + paridade do poder de compra].

Países como o Reino Unido e a Holanda estão entre os que apresentam as maiores descidas. Pelo contrário, Letónia, Eslovénia, Polónia e Hungria melhoraram a sua posição.

 

Mais aumentos a leste 

Por outro lado, Portugal foi o quinto país com o menor aumento de salário mínimo entre 2009 e 2014. A última subida deu-se em 2011, quando passou de 475 para 485 euros (645,65 para 659,74 com paridade de poder de compra). Depois disso, e até hoje, não voltou a sofrer alterações.

No topo da lista estão novamente os países do Leste europeu, em particular a Letónia, Bulgária, Hungria e Eslovénia. Na Letónia, por exemplo, o salário aumentou quase para o dobro (de 336 euros em 2009 para 642 euros em 2014). Na Bulgária, passou de 239 euros para 360 euros.

Os quatro países que mais aumentaram o salário mínimo aderiram à União Europeia nos últimos anos: em 2004, nos casos da Letónia, Hungria e Eslovénia; em 2007, no caso da Bulgária.

Quanto aos valores nominais dos salários em 2014 (ver quadro em baixo, que não contempla paridade de poder de compra), percebe-se que no topo da lista continua a estar o Luxemburgo (1921 euros de salário mínimo), a Bélgica (1502 euros), a Holanda (1486 euros) e a Irlanda (1462 euros). No caso da Irlanda, intervencionada pela troika, o valor nominal do salário não sofreu alterações desde 2009.

Se estendermos o olhar à Europa, há casos como a Dinamarca, Itália, Áustria, Finlândia, Islândia, Suécia, Noruega e Suíça onde não existe salário mínimo nacional legal. Nos casos de Chipre e Macedónia, o salário mínimo não se aplica à generalidade das pessoas, mas sim apenas a alguns grupos específicos. Na Alemanha, foi anunciado no início do mês de Abril a aprovação do salário mínimo de 8,5 euros por hora.

 

 



fonte: http://expresso.sapo.pt/ 

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27
Mar 14

Tabelas salarial da função pública deverão vigorar em Janeiro de 2015

As tabelas remuneratória única e de suplementos para a administração pública deverão entrar em vigor em Janeiro de 2015, mas desconhece-se se a sua aplicação vai substituir os cortes salariais em vigor, segundo fonte do Ministério das Finanças.

"Em princípio, a entrada em vigor será a 01 de Janeiro de 2015, mas são processos autónomos. A tabela de suplementos, do nosso ponto de vista, é mais fácil de conseguir. Estamos a trabalhar, a desenvolver ideias, mas tendencialmente, fará sentido entrarem em vigor em conjunto, no próximo ano", afirmou fonte oficial do Ministério das Finanças num encontro informal com jornalistas.

Por esclarecer está se a aplicação da nova tabela remuneratória irá substituir os cortes salariais aplicados aos funcionários públicos desde 2011, tornando assim definitivas as reduções salariais aplicadas aos trabalhadores do Estado.

"Entre as duas tabelas -- remuneratória e de suplementos -- vamos acomodar os valores necessários de poupança", referiu a mesma fonte, ressalvando, no entanto, que "os cortes podem não ser transplantados", ou seja, "não é uma passagem directa dos atuais cortes para a tabela".

É intenção do Executivo apresentar à 'troika', por ocasião da 12.ª avaliação em Abril ou maio, "um documento mais elaborado" sobre a revisão dos suplementos na administração pública, antes da elaboração do diploma final com as alterações à tabela em vigor", revelou a mesma fonte.

"Os suplementos são uma realidade completamente surreal e precisamos de fazer uma operação de limpeza nos suplementos com base em objectivos concretos", afirmou a mesma fonte.

Assim, a nova tabela de suplementos deverá considerar três critérios: reduzir o número de suplementos, estabelecer valores de suplementos em euros e não em percentagem do ordenado base e compactar tipologia de suplementos.

Esta tabela, que ainda está a ser elaborada, deverá integrar "em breve" a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas em dois momentos: "num primeiro momento a densificação do regime de suplementos e, num segundo, a tabela de suplementos".

Considerando que os suplementos podem ter "três destinos distintos - a manutenção, a alteração nos montantes ou nas condições de atribuição ou, por último, a sua eliminação"-, o Governo pretende "disciplinar a sua aplicação".

"Pretendemos fazer uma grelha para suplementos que discipline e seria tripartida com base nos seguintes critérios: suplementos ligados à função e à condição do exercício da função, à responsabilidade da função, de comando ou de direcção e suplementos ligados aos resultados", especificou a mesma fonte.

Defendeu, a propósito, que "um dos elementos regra de uma administração pública do século XXI é uma lógica universalista, ou seja, não é razoável que quem faz mais ganhe o mesmo. Quem apresentar melhores resultados deve ganhar mais".

Ao contrário da tabela de suplementos, a tabela remuneratória única "estará pronta este ano, mas o diploma finalizado não pode ser apresentado à 'troika' -- Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu - na próxima avaliação", uma vez que se trata de um processo complexo, "difícil de realizar com segurança e com transparência".

A última revisão da tabela salarial na administração pública foi feita em 2008, mas essa revisão não teve em consideração todas as carreiras existentes, sendo objectivo do Governo, com a nova tabela, "encontrar um espaço para uma avaliação comparativa, abrangente, correta e transparente".

De acordo com o relatório do Orçamento do Estado para 2014, era intenção do Governo poupar quase 700 milhões de euros através da revisão da tabela de suplementos.

Relativamente à poupança estimada com os cortes salariais no Estado através da aplicação da tabela remuneratória única, a mesma fonte remeteu para o Documento de Estratégia Orçamental (DEO) que será divulgado em Abril.

 

fonte:http://sol.sapo.pt/in

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PSD garante que ninguém vai ganhar menos no próximo ano

Montenegro garante que não haverá cortes adicionais na função pública: novas reduções serão compensadas com diminuição nos cortes actuais

O líder parlamentar do PSD afirmou ontem que, caso as novas medidas de redução da despesa resultem num decréscimo salarial da função pública, isso será compensado com uma redução dos cortes actualmente em vigor. Ou seja, não haverá cortes adicionais nos rendimentos de trabalhadores e pensionistas do sector público.

As palavras de Luís Montenegro surgem um dia depois de o próprio ter garantido, no encerramento das jornadas parlamentares dos sociais-democratas, que não "haverá mais cortes de salários ou pensões". Ontem voltou ao tema e a oposição parlamentar quis mais esclarecimentos, dada a anunciada revisão da tabela salarial dos funcionários públicos - que tem por objectivo declarado instituir cortes definitivos na administração pública. Luís Montenegro admitiu que o Documento de Estratégia Orçamental (DEO) terá "medidas que consubstanciam a diminuição da despesa", mas assegurou que "se dessas medidas resultar qualquer redução salarial ela terá de ser compensada com o nível que hoje está de corte correspondente". "Os funcionários públicos não vão ter uma retribuição inferior àquela que têm hoje", assegurou.

"O que eu quero garantir é que a estratégia que o PSD segue e que a maioria segue é de que os funcionários públicos, mesmo com outras medida, não vão ter um corte no seu rendimento", sustentou Montenegro, estendendo a garantia aos pensionistas. Segundo o dirigente social-democrata, "o princípio estratégico" do partido é que "não haja mais cortes nos salários e nas pensões da administração pública".

As medidas a integrar o DEO vão ser discutidas na próxima segunda-feira, em Conselho de Ministros extraordinário. Em causa está a necessidade de executar a reforma do Estado, para transformar os cortes transitórios na despesa em permanentes, mas também de garantir uma nova redução do défice público, de 4% em 2014 para 2,5% em 2015. Segundo a troika, este objectivo exige um esforço adicional de ajustamento da ordem dos dois mil milhões de euros, que pode ser inferior - Marques Mendes lançou o número de 1500 a 1700 milhões de euros este fim-de-semana - pelo efeito de um crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) superior ao previsto (ver páginas 30 e 31).

Questionado sobre a dimensão das medidas de ajustamento que terá de adoptar para 2015, Passos disse estar à espera dos dados do INE (Instituto Nacional de Estatísticas) sobre o impacto do novo sistema de contas europeu.

O INE terá de divulgar o reporte dos défices excessivos, que inclui os primeiros números oficiais sobre o PIB e o défice do ano passado, até segunda-feira, dia em que o Conselho de Ministros vai discutir as medidas para 2015. No entanto, estes números ainda serão apresentados de acordo com as actuais regras europeias, o SEC 95.

O impacto completo do novo sistema sobre o PIB, o défice e a dívida, do qual o primeiro-ministro estaria à espera, só será divulgado em Outubro, explicou ao fonte oficial do INE, quando for feita a segunda notificação sobre os défices excessivos, que irá repercutir na totalidade os efeitos do novo sistema de contas europeu (o SEC 2010).

 

fonte:http://www.ionline.pt/a

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23
Mar 14

Licenciados sofreram a perda salarial mais pesada desde 2011

O salário líquido médio de um licenciado caiu 4,6% entre 2011 e 2013, situando-se em 1277 euros. Nenhum outro nível de ensino caiu tanto, sendo que o fosso para o Secundário e Básico encurtou-se.

No entanto, ter um curso do Ensino Superior continua a compensar.  Ou seja, um licenciado continua a ter um salário líquido superior ao de um profissional com o Ensino Secundário ou Básico. Mas quem mais sentiu a perda salarial desde que a troika chegou a Portugal foi o licenciado. Se em 2011 levava no bolso 1339 euros por mês, no final do ano passado só conseguia ter na mão 1277 euros (menos 4,6%), segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) facultados ao Dinheiro Vivo. O trabalhador com o Secundário perdeu 3,7%, para 754 euros, e quem tem o Básico ficou com menos 1,6%, ganhando 617 euros líquidos. Um licenciado perdeu três vezes mais do que um empregado com o Básico e 24% mais do que alguém que tem como  habilitação académica pelo menos o Secundário completo.

Esta tendência teve consequência imediata o encurtamento do fosso salarial entre profissionais com habilitações distintas. Um licenciado ganhava mais 71% do que alguém que tivesse o Secundário em 2011. Dois anos depois, o fosso diminuiu para 69,3%.

“A diferença entre as expectativas salariais de um licenciado e o valor que o mercado lhe atribui continua a ser superior à verificada entre os não licenciados”, refere Amândio da Fonseca, presidente da Egor, uma das maiores empresas que trabalha na área de recursos humanos em Portugal.

Esta perda salarial dos licenciados prende-se em parte com a carga fiscal. “Não existiram reajustes significativos nos pacotes salariais desde 2011, embora o valor líquido apurado seja hoje inferior ao de 2011, face à carga fiscal que incide nas remunerações brutas”, afirma Nancy Almeida, Section Manager da Hays, outra consultora na área de recursos humanos.

A baixa de salários no Estado empurra também o privado. “A questão salarial tem uma componente psicológica que se reflete no facto  de a baixa dos salários do Estado incentivar  as empresas a baixarem igualmente os seus custos”, sublinha Amândio da Fonseca.

O receio do desemprego também não ajuda. “Existem muitos profissionais que estão dispostos a rever as suas expectativas salariais, aceitando uma redução, quando se coloca a necessidade de reintegrar rapidamente o mercado de trabalho. Sabendo que períodos longos de inatividade dificultam a reintegração no mercado, muitos profissionais aceitam reduzir as suas expectativas salariais, abraçando projetos com enquadramentos salariais inferiores aos que inicialmente procuravam ”, explica Nancy Almeida. 

Para profissionais ativos no mercado de trabalho, “esta redução salarial é vista como um investimento a “curto ou médio prazo, que terá um retorno efetivo em passos seguintes de carreira”, acrescenta a  gestora da Hays, em declaração ao Dinheiro Vivo.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Ec

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Salários no banco de fomento evidenciam "natureza de classe" da política do Governo

O comunista questionou “como não se sentirá um trabalhador a quem negam o aumento do salário mínimo nacional ao ouvir este número, fica ou não chocado ?”.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa criticou hoje os ordenados fixados para a comissão instaladora da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), conhecida como banco de fomento, afirmando que “isto demonstra a natureza de classe desta política e deste Governo”.

“É inaceitável, eu diria que é chocante para muitos portugueses que viram os seus salários cortados, que são de mil euros, 900 euros ou 600 euros, que por razões diretas de impostos ou de cortes verificam o seu salário cada vez mais a valer menos”, afirmou Jerónimo de Sousa aos jornalistas, à margem de uma cerimónia de homenagem a Óscar Lopes, que decorreu em Matosinhos.

O Correio da Manhã noticia hoje que o presidente da comissão instaladora da IFD, conhecida como banco do fomento, vai ganhar 13.500 euros por mês.

O despacho assinado pela ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, que fixa o ordenado de Paulo Pereira da Silva (administrador do BCP) foi publicado na sexta-feira em Diário da República.

De acordo com o despacho, à vogal Carla Chousal (vice presidente do BPI Gestão de Ativos) é atribuído um vencimento de 12.515 euros e ao vogal Nuno Ferreira Soares (diretor da banca de investimento do BCP) 8.034 euros.

“E depois vem o Governo, que está sempre a falar de que os sacrifícios são para todos, de que há uma equidade de sacríficos, e vem um administrador de um banco a ganhar 13.500 euros por mês”, criticou Jerónimo de Sousa.

O comunista questionou “como não se sentirá um trabalhador a quem negam o aumento do salário mínimo nacional ao ouvir este número, fica ou não chocado ?”.

Na cerimónia evocativa ao professor e investigador Óscar Lopes, Jerónimo de Sousa voltou a atacar as políticas do Governo, afirmando que a atual situação do país “torna necessária a mais ampla convergência e unidade de todos os democratas e patriotas, de quantos se não conformam com o rumo de empobrecimento e ruína económica em que quase 37 anos de política de direita e de submissão ao imperialismo mergulharam o país”.

“Empobrecimento e ruína que se ampliaram de forma dramática nos últimos três anos de intervenção estrangeira do FMI, UE e BCE com a ativa conivência dos partidos da ‘troika’ nacional e que teve no atual Governo do país o mais zeloso executor”, acrescentou.

Para Jerónimo de Sousa, “a vida já mostrou que não há solução possível sem libertar Portugal do espartilho das políticas que tornam os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres, que esbulham o povo do património público para o entregar ao grande capital nacional e estrangeiro”, disse.

fonte:http://www.ionline.pt/ar

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22
Mar 14

Médicos cubanos vão ser aumentados entre 60 e 178%, para 44 euros

Os médicos cubanos vão ter os salários aumentados, graça à subida salarial aprovada pelo Governo do Presidente Raúl Castro, que se situa entre 60 e 178% e vai beneficiar 440 mil profissionais.

 

A imprensa cubana divulgou ontemos detalhes do que qualificam como "substancial aumento" salarial para médicos, dentistas e enfermeiras aprovado esta semana pelo Conselho de Ministros.

 

O salário mais alto vai ser o dos médicos especialistas de 2.º grau, que recebem atualmente 627 pesos (17 euros) mensais, que vão passar a receber 1.600 pesos (44 euros) a partir de junho.

 

Em Cuba, o salário médio mensal é inferior a 15 euros.

 

Os estomatologistas especialistas, cuja remuneração mensal é de 540 pesos, vão receber um aumento de 850 pesos e passar a receber 1.390.

 

O pessoal de enfermagem, nos seus diferentes níveis de especialização, vai ter as remunerações aumentadas entre 67 e mais de 90%.

 

Vão também ser revistos em alta os pagamentos suplementares, como o do trabalho noturno, para médicos, dentistas, enfermeiras, técnicos e outros trabalhadores do setor.

 

Atualmente, um médico recebe 25 pesos (68 cêntimos de euro) por uma noite.

 

Os dirigentes de Cuba, onde o sistema de saúde é público e considerado uma das bandeiras da revolução castrista, decidiu este aumento salarial num setor estratégico para a economia, uma vez que a exportação de serviços, principalmente de saúde, representa a principal fonte de divisas do país.

 

O Governo prevê a entrada em 2014 de 8.200 milhões de dólares pelo trabalho que mais de 50 mil médicos cubanos prestam em outros países, o que representa 64% das exportações de serviços.

 

A imprensa oficial atribui os aumentos salariais ao reordenamento do setor da saúde da ilha, realizado entre 2010 e 2013, dentro das reformas impulsionadas por Raúl Castro para atualizar a economia socialista.

 

Naqueles anos foram suprimidos 109 mil postos de trabalho no setor, com uma poupança de dois mil milhões de pesos, "sem afetar a qualidade dos serviços prestados, o que permitiu este aumento de salários" agora anunciado.

fonte:http://www.dnoticias.pt/

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18
Mar 14

Mourinho lidera lista dos treinadores mais bem pagos, Jesus no 20.º lugar

Pela 10.ª vez nos últimos onze anos, José Mourinho lidera a lista dos treinadores de futebol mais bem pagos elaborada pela revista France Football.

De acordo com aquela publicação, o treinador português recebe 17 milhões de euros por época no Chelsea, superando os 15 milhões de euros de Pep Guardiola no Bayern.

O italiano Roberto Mancini, atual treinador do Galatasaray, completa o pódio com um ordenado anual de 14 milhões de euros.

André Villas Boas é o segundo português da lista da France Football, com um salário de 6,9 milhões de euros quando orientava o Tottenham.

Jorge Jesus fecha o top-20 com quatro milhões de euros por ano.

Lista dos 20 treinadores mais bem pagos:

1- JOSÉ MOURINHO 17M€
2- PEP GUARDIOLA 15M€
3- ROBERTO MANCINI 14M€
4- CARLO ANCELOTTI 13,5M€
5- FABIO CAPELLO 12M€
6- MARCELLO LIPPI 11,5M€
7- ARSÈNE WENGER 9,6M€
8- ROBERTO DI MATTEO 8,2M€
9- ANDRÉ VILLAS BOAS 6,9M€
10- RAFAEL BENITEZ 6,8M€
11- LUCIANO SPALLETTI 6,5M€
11- JURGEN KLOPP 6,5M€
13- DAVID MOYES 6,4M€
13- MANUEL PELLEGRINI 6,4M€
15- WALTER MAZZARRI 6,1M€
16- GERARDO MARTINO 5,4M€
16- ANTONIO CONTE 5,4M€
18- CLAUDIO RANIERI 5,2M€
19- LAURENT BLANC 4,2M€
20- JORGE JESUS 4M€

 

 

fonte:http://www.abola.pt/n

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12
Mar 14

Salários da gestão da Jerónimo Martins caem 10%

Só o rendimento de Alexandre Soares dos Santos - que até Dezembro foi 'chairman' do grupo - ficou inalterado em 689 mil euros anuais.

As remunerações anuais dos administradores da Jerónimo Martins caíram 10% em 2013 face ao ano anterior, apesar de os lucros do grupo terem aumentado 6% no mesmo período.

De acordo com o relatório de governo da sociedade do grupo, hoje enviado à CMVM, no ano passado o valor auferido pelos membros do órgão de administração ascendeu a 3,17 milhões de euros (incluindo componentes fixas e variáveis), o que compara com 3,55 milhões referidos no relatório de 2012.

Pedro Soares do Santos e José Soares dos Santos registaram as maiores reduções salariais, acima de 20%, enquanto o actual CFO, Alan Johnson, viu aumentar a sua remuneração em 5,6%.

Já Alexandre Soares dos Santos - que em Dezembro passado cedeu a cadeira de presidente do conselho de administração a Pedro Soares dos Santos - viu o seu rendimento inalterado entre os dois exercícios, nos 689 mil euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/no

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02
Mar 14

Salários de março em risco para funcionários da Câmara de Aveiro

Excesso de endividamento em 2012 causa retenção mensal de 20% da transferência do Orçamento de Estado para o município. Autarquia recorreu.

A Câmara Municipal de Aveiro está em risco de não conseguir pagar os ordenados do mês de março aos seus funcionários. O anúncio foi feito pelo próprio presidente da autarquia, Ribau Esteves, na última reunião da Assembleia Municipal, realizada anteontem à noite.

Segundo o autarca, esta possibilidade deve-se a uma sanção que vai ser aplicada à Câmara pelo Estado português e que castiga o incumprimento do limite de endividamento aveirense em 2012, numa altura em que o líder do executivo ainda era Élio Maia. Devido a esse excesso de endividamento, a transferência de verbas do Orçamento de Estado para a autarquia vai ser alvo de uma retenção de 20%, o que corresponde a cerca de 115 mil euros todos os meses.

 

"Nós recorremos, não porque não seja verdade, mas apenas pela situação dramática, em termos financeiros, que a Câmara tem e que obviamente se agrava com mais este corte", afirmou Ribau Esteves na Assembleia Municipal. "Essa sanção devia ter sido aplicada em 2013, mas só chegou agora", acrescentou o edil.

Aveiro é um dos três municípios com maior endividamento e maiores dificuldades de tesouraria. Em novembro de 2013, Ribau Esteves já tinha sido obrigada a atrasar o pagamento da prestação do empréstimo que o anterior executivo contraiu junto da Caixa Geral de Depósitos, para conseguir pagar os salários até abril de 2014, altura em que serão entregues as receitas referentes ao IMI e às Águas da Região de Aveiro.

 

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/no

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