08
Set 16

Jorge Jesus é um dos treinadores mais bem pagos do mundo

O jornal Gazzetta dello Sport divulgou a lista dos treinadores mais bem pagos do mundo. O treinador português, Jorge Jesus ocupa o 13º lugar com o valor de 5 milhões de euros ao ano.

Veja a lista dos 10 treinadores mais bem pagos do mundo:

1.Josep Guardiola (Manchester City): 19 M
2.José Mourinho (Manchester United): 16 M
3.Carlo Ancelotti (Bayern de Munique): 15 M
4.Arsène Wenger (Arsenal): 10 M
5.Zinedine Zidane (Real Madrid): 9,5 M
6.Jurgen Klopp (Liverpool): 8,2 M
7.António Conte (Chelsea): 7,8 M
8.Luis Enrique (Barcelona): 7 M
9.Ronald Koeman (Everton): 7 M
10.Mauricio Pochettino (Tottenham): 6,6 M

 

fonte:http://sol.sapo.pt/

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07
Set 16

Os salários mínimos da Europa

Luxemburgo

Salário mínimo mais alto da Europa com 1922,96 euros. Este valor é possível num país que apresenta uma economia estável, com um crescimento moderado, baixa inflação e baixo desemprego 
 
Bélgica
O salário mínimo é de 1559,38 euros. É um dos países com os rendimentos, per capita, mais elevados da União Europeia e tem uma economia muito desenvolvida, apoiada nos serviços, na indústria e no comércio

Reino Unido
É uma das economias mais fortes e pratica um salário mínimo de 1509,30 euros .A taxa de desemprego é relativamente baixa no contexto europeu, no entanto, apresenta níveis de desigualdade social mais elevados quando comparada com os países europeus mais desenvolvidos
 
Holanda
É a quinta maior economia europeia e um dos dez países mais competitivos do mundo. O salário mínimo é de 1501,80 euros

Irlanda
A crise mundial de 2008 teve particular incidência na Irlanda e, desde então, a economia e a sociedade têm sofrido fortes consequências. Ainda assim, mesmo com reduções nos últimos anos, o salário mínimo na Irlanda é de 1499,33 euros

Alemanha
O motor económico da União Europeia só recentemente é que passou a ter um salário mínimo. É uma das principais potências económicas, a nível mundial, e os trabalhadores alemães têm um conjunto de direitos sociais muito alargados. No entanto, só em 2015, é que entrou em vigor, na Alemanha, o salário mínimo de 1473,33 euros

França
A França tem atravessado algumas dificuldades económicas e sociais nos últimos anos, cuja crise mundial de 2008 só veio agravar. O país pratica um salário mínimo de 1457,52 euros 
 
Entre 500 e mil euros
Portugal está no grupo de países que pratica salários mínimos nacionais neste patamar, juntamente com a Grécia (684 euros), Malta (720 euros), Espanha (757 euros) e a Eslovénia (791 euros), sendo o país desta categoria com a remuneração mínima mensal mais baixa
 
Salários mínimos mais baixos
Bulgária (184 euros), a Roménia (218 euros), a Lituânia (300 euros), a República Checa (332 euros), a Hungria (333 euros), a Letónia (360 euros), a Eslováquia (380 euros), a Estónia (390 euros), a Croácia (396 euros) e a Polónia (410 euros) 

 

fonte:http://sol.sapo.pt/

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17
Jan 16

Salário líquido da função pública aumenta 2% em janeiro

O ordenado líquido dos funcionários públicos vai aumentar cerca de 2% em janeiro, face ao mês de dezembro, depois das reduções nos cortes salariais e na sobretaxa introduzidas pelo Governo, segundo simulações da consultora PricewaterhouseCoopers (PwC) para a agência Lusa.

De acordo com as contas da consultora, um funcionário público que receba 1.600 euros mensais brutos vai receber em janeiro mais 22,87 euros líquidos (2,08%) do que dezembro, enquanto um que receba 2.000 euros mensais ganhará apenas mais 2,61 euros (0,19%).

Nos ordenados mais altos, um trabalhador do setor do Estado com um salário bruto de 3.000 euros por mês vai auferir mais 50,84 euros líquidos (2,95%) e um outro com um ordenado de 4.000 euros mensais vai levar para casa mais 54,97 euros ‘limpos’ (2,55%).

Estas conclusões têm em conta a entrada em vigor, com o início do ano, da redução de mais 20% no corte salarial que os funcionários públicos têm desde 2011, bem como da redução progressiva da sobretaxa em sede de Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares (IRS), quando no ano passado era de 3,5% para todos os níveis de rendimento.

A PwC também fez simulações para a variação do rendimento para os funcionários do setor privado, tendo em conta apenas a variação da sobretaxa, e entre os quatro exemplos apresentados pela consultora é possível concluir que o aumento no salário líquido em janeiro face a dezembro ronda 1%.

No setor privado, um trabalhador que receba 800 euros mensais vai receber mais 5,89 euros em janeiro do que em dezembro (0,83%), outro com rendimento mensal de 1.600 euros vai ganhar mais 16,91 euros (1,42%), um que receba 3.000 euros mensais vai auferir mais 25,77 euros (1,33%) e, por fim, um funcionário com um ordenado mensal de 4.000 euros vai ter um aumento de 10,88 euros (0,44%).

Os funcionários públicos têm a sua remuneração reduzida desde 2011, pela aplicação de cortes progressivos entre os 3,5% e os 10% aos salários acima dos 1.500 euros.

Em 2015, o governo PSD/CDS-PP repôs 20% da totalidade desses cortes salariais, sendo que, este ano, o novo executivo PS vai repor a fatia de 80% a um ritmo de 25% em cada trimestre, o que permite que os trabalhadores do setor público recebam integralmente os respetivos vencimentos em outubro.

Por outro lado, o Governo decidiu eliminar a sobretaxa em 2016 para os contribuintes do escalão mais baixo de rendimentos e torná-la progressiva para os escalões seguintes, mantendo-a inalterada para os rendimentos acima de 80.000 euros.

Os contribuintes que aufiram até 7.070 euros não pagarão sobretaxa em 2016, os do segundo escalão (entre os 7.000 e os 20.000 euros anuais) vão pagar uma sobretaxa de 1% e os do terceiro escalão (entre os 20.000 e os 40.000 euros) terão uma sobretaxa de 1,75%.

Já os contribuintes que têm rendimentos anuais entre 40.000 e 80.000 euros pagarão uma sobretaxa de 3% este ano e os que ganhem mais de 80.000 euros por ano continuarão a pagar uma sobretaxa de 3,5%.

Nas simulações, a PwC tem em conta contribuintes casados, dois titulares de rendimento, e com um dependente (cenário que abrange também os contribuintes não casados).

Entre os considerandos da consultora está ainda o aumento do salário mínimo para 530 euros e a manutenção das taxas de retenção na fonte para 2016 (são iguais às taxas aplicáveis para o ano 2015).

As simulações foram efetuadas tendo em consideração que o subsídio de Natal é pago em duodécimos, também no setor privado, porque caso os trabalhadores optem pelo pagamento do subsídio de Natal por inteiro o mês de dezembro não seria comparável com o de janeiro.

Simulações da Pwc para os funcionários públicos:

Rendimento bruto mensal: 1.600 euros
Em janeiro de 2016, um funcionário público que receba 1.600 euros brutos mensais vai levar para casa 1.122,34 euros líquidos, mais 22,87 euros ou 2,08% do que os 1.099,47 euros que levou em dezembro de 2015.

O corte salarial é reduzido de 44,80 euros para 33,60 euros, o que faz com que a retenção na fonte mensal (incluindo o duodécimo de subsídio de Natal) aumente dois euros para 323 euros e as contribuições para a ADSE e para a Caixa Geral de Aposentações, que incidem sobre o rendimento bruto, subam de 244,29 euros para 246,06 euros.

No caso da sobretaxa, que neste escalão de rendimentos é reduzida de 3,5% para 1%, o trabalhador pagava 20,04 euros em dezembro e agora passa a pagar 5,53 euros (incluindo duodécimos).

Rendimento bruto mensal: 2.000 euros
Em janeiro de 2016, este funcionário público vai levar para casa praticamente o mesmo que levava em dezembro: o seu ordenado ‘limpo’ sobe para 1.319,33 euros, mais 2,61 euros (ou 0,19%) do que os 1.316,72 euros que levou no final do ano.

O corte salarial é reduzido de 56 euros para 42 euros, o que faz com que a retenção na fonte mensal (incluindo o duodécimo de subsídio de Natal) aumente 25 euros, para 481 euros, e as contribuições para a ADSE e para a Caixa Geral de Aposentações, subam de 305,37 euros para 307,57 euros.

No caso da sobretaxa, que neste escalão de rendimentos é reduzida de 3,5% para 1,75%, o trabalhador pagava 27,91 euros em dezembro e em janeiro vai pagar 13,27 euros.

Rendimento bruto mensal: 3.000 euros
Este funcionário vai receber em janeiro 1.771,60 euros líquidos, mais 50,84 euros ou mais 2,95% do que os 1.720,76 ‘limpos’ que ganhou em dezembro.

Este trabalhador vê o seu corte salarial descer de 184 euros para 138 euros e a sobretaxa que lhe é aplicada recuar para 1,75%.

Em retenções na fonte de IRS, este trabalhador vai pagar agora 858 euros, quando em dezembro pagou 844 euros e em descontos para a ADSE e CGA vai desembolsar 449,57 euros, mais 7,22 euros do que em dezembro.

Rendimento bruto mensal: 4.000 euros
Em janeiro de 2016, um funcionário público que receba 4.000 euros brutos mensais vai levar para casa 2.210,64 euros líquidos, mais 54,97 euros ou 2,55% do que os 2.155,67 euros que levou em dezembro de 2015.

O corte salarial é reduzido de 312 euros para 234 euros, o que faz com que a retenção na fonte mensal (incluindo o duodécimo de subsídio de Natal) aumente 25 euros, para 1.227 euros, e as contribuições para a ADSE e para CGA, que incidem sobre o rendimento bruto, subam de 579,32 euros para 591,58 euros em janeiro.

No caso da sobretaxa, que neste escalão de rendimentos é reduzida de 3,5% para 3%, o trabalhador pagará 50,91 euros em janeiro, menos 7,73 euros do que em dezembro.

Simulações da PwC para o setor privado:

Rendimento bruto mensal: 800 euros
Este trabalhador deixará de pagar sobretaxa em sede de IRS e, por isso, vai receber mais 5,89 euros em janeiro (0,83%), o que eleva o seu ordenado líquido para 715,34 euros.

Em dezembro, este trabalhador auferia ‘limpos’ 709,45 euros, pagando 5,43 euros da retenção na fonte da sobretaxa do IRS do seu ordenado, mais 0,46 euros da retenção feita sobre o duodécimo do subsídio de Natal e de férias.

Rendimento bruto mensal: 1.600 euros
Este funcionário vai receber em janeiro 1.207,27 euros líquidos, mais 16,91 euros ou 1,42% do que os 1.190,36 ‘limpos’ que ganhou em dezembro.

Com uma redução 3,5% para 1%, a retenção na fonte da sobretaxa feita sobre o ordenado passa de 21,49 euros para 5,89 em janeiro e a que é feita sobre os duodécimos desce de 1,81 euros em dezembro para 0,50 euros em janeiro.

Rendimento bruto mensal: 3.000 euros
Este trabalhador vai ganhar mais 25,77 euros (1,33%) em janeiro do que em dezembro, quando auferiu 1.941,91 euros líquidos.

Com a redução da sobretaxa de IRS para 1,75% no seu escalão de rendimentos, a retenção na fonte feita nesta taxa (incluindo os duodécimos dos dois subsídios) diminuiu de 50,59 euros para 24,82 euros.

Rendimento bruto mensal: 4.000 euros
Em janeiro de 2016, este funcionário vai levar para casa mais 10,88 euros (0,44%), ou seja, 2.501,06 euros.

No caso deste trabalhador, a sobretaxa desce 0,5 pontos percentuais, para 3%, o que faz com que a retenção na fonte da sobretaxa de IRS passe a ser 59,60 em janeiro, quando era 70,48 euros em dezembro.

 

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

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01
Jan 16

Salário mínimo sobe hoje para 530 euros

O decreto-lei, promulgado pelo Presidente da República na terça-feira, "atualiza o valor da retribuição mínima mensal garantida a partir de 01 de janeiro de 2016", que passa de 505 euros para 530 euros, segundo o diploma hoje publicado no DR.

A proposta, que constava do programa do Governo socialista, não obteve o apoio dos parceiros sociais e avançou sem um acordo entre patrões, executivo e centrais sindicais.

O facto de não ter sido possível chegar a um acordo com os parceiros sociais levou a que o Governo tenha decidido aprovar a medida, deixando cair em 2016 a manutenção do desconto de 0,75 pontos percentuais em sede de Taxa Social Única (TSU) para as empresas.

O executivo apresentou uma proposta de aumento do SMN para a legislatura, começando pelos 530 euros, em 2016, e terminando nos 600 euros, em 2019.

Para chegar aos 600 euros em 2019, o Governo propõe, no seu programa, que o SMN seja de 530 euros, em 2016, passando para os 557 euros, em 2017, e para os 580, em 2018.

O SMN esteve congelado nos 485 euros, de 2011 a outubro de 2014, quando aumentou para os 505 euros, na sequência de um acordo entre o Governo, as confederações patronais e a UGT.

Segundo as estimativas do Governo, a subida do salário mínimo deverá beneficiar, pelo menos, 650 mil trabalhadores.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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19
Set 15

Salários encolheram no sector privado tanto na base como no topo

Em 2015, os salários no sector privado encolheram nas funções de topo e também nas de menor responsabilidade. A conclusão é de um estudo da consultora Mercer, que analisou mais de 112 mil postos de trabalho em 307 empresas no mercado nacional.

Tocou a quase todos, mas não na mesma medida. A maior descida salarial foi sentida nos cargos de direcção e administração: 1,6%. Na base, a queda foi menos aparatosa. Os salários recuaram pouco mais de 1,3%.

Noutras funções analisadas, até houve um ligeiro aumento, de 0,25 a 1,52%. Ainda assim, a variação foi menor do que há um ano.   

Na prática, cerca de 22% das empresas portuguesas optaram por congelar o salário dos trabalhadores, conclui o estudo da Mercer.

Outro dado a merecer relevo indica que a maioria dos empresários pretende manter o actual número de funcionários, mas é maior a fatia das empresas que pretende engrossar os seus efectivos (26%).

Quanto a emagrecer o número de trabalhadores, é uma solução apenas admitida por 14% dos empresários.

fonte:http://rr.sapo.pt/

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05
Jul 15

800 mil ganham menos de 600 €

Cerca de 800 mil trabalhadores têm um ordenado inferior a 600 euros, segundo o Boletim Estatístico do Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) do Ministério da Economia. Um universo que deverá ser maior, já que estes valores dizem respeito a 2013 e, desde então, o número de pessoas com o ordenado mínimo não tem parado de aumentar. É nos dois escalões de remuneração mais baixos que está a maioria dos trabalhadores por conta de outrem. Na prática, recebem o salário mínimo – em 2013 era de 485 euros – e entre o ordenado mínimo (505 euros) e 599 euros. No escalão mais elevado, em que o salário mensal é igual ou superior a 3750 euros, estão 23 600 trabalhadores. O patamar de salário mais baixo tem, contudo, vindo a engrossar, atingindo o peso máximo em outubro de 2014, quando se fixou em 19,6%. Por cada 100 trabalhadores por conta de outrem, 20 recebem salário mínimo, auferido por cerca de 30% dos trabalhadores de outras atividades de serviços. As mulheres continuam a ser mais penalizadas, tendo subido para 25 por cento o seu peso relativo no conjunto destes trabalhadores. Portugal conta com cerca de 4,4 milhões de trabalhadores, dos quais 3,6 milhões por conta de outrem.

fonte: http://www.cmjornal.xl.pt

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10
Fev 15

Governo alarga regras que permitem acumular salário com subsídio de desemprego

Portaria que foi publicada esta terça-feira aplica-se aos contratos celebrados desde o início do ano. Conheça as novas regras

O Governo alterou as regras do diploma que permite a acumulação de parte do subsídio de desemprego com um salário, que pode ser reclamado quando o salário for mais baixo do que a prestação social.

 

A primeira medida foi lançada em Agosto de 2012, mas um relatório do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) revelou que a execução foi residual, tendo chegado a 319 pessoas, quando havia quase 23 mil que podiam reclamar o apoio.

 

Agora, o Governo flexibiliza as regras, permitindo que este apoio possa ser reclamado por pessoas inscritas há menos tempo no IEFP e que tenham menos tempo de subsídio pela frente, o que, face às regras anteriores, alarga o leque de potenciais beneficiários.

 

A portaria publicada esta terça-feira em Diário da República entra em vigor esta quarta-feira e produz efeitos retroactivos relativamente a contratos assinados desde o início deste ano.

 

Em que consiste o apoio?

Consiste na acumulação de parte do subsídio de desemprego com um salário, sempre que o desempregado esteja disposto a aceitar um salário mais baixo do que o subsídio.

 

Quem tem direito ao apoio?

Com as novas regras, podem reclamar este apoio os desempregados subsidiados que estejam inscritos no IEFP há mais de três meses (em vez dos anteriores seis), que aceitem uma oferta de emprego ou que encontrem um trabalho em que a retribuição bruta seja inferior ao subsídio de desemprego e que, no momento em que assinam o contrato, ainda tivessem direito a beneficiar do subsídio por um período de três meses (em vez dos anteriores seis). Quem tiver 45 anos ou mais pode até estar inscrito no IEFP há menos de três meses.

 

Que contratos são abrangidos?

São abrangidos os contratos com uma duração mínima de três meses. Não podem ser celebrados com um empregador que tenha despedido o beneficiário e têm de cumprir a lei no que diz respeito ao salário mínimo e à contratação colectiva.

 

Qual o apoio financeiro?

O apoio não se altera. Será de 50% do valor da prestação de desemprego, durante os primeiros seis meses de concessão, até ao limite de 500 euros; e de 25% do valor do subsídio de desemprego, durante os seis meses seguintes, até ao limite de 250 euros. Este apoio financeiro pode ser atribuído até um máximo de doze meses, não podendo ultrapassar o período remanescente de subsídio.

 

O apoio só é atribuído quando há um novo contrato?

Não. Uma das novidades da nova legislação é permitir que, sempre que em causa esteja um contrato a prazo com menos de doze meses, o apoio também possa ser atribuído se esse contrato for convertido num contrato sem termo.

 

Quais são as implicações deste apoio na duração do subsídio de desemprego?

Tal como já acontecia nos termos das regras anteriores, o período de atribuição do apoio desconta ao período remanescente do subsídio de desemprego. Mas a nova portaria acrescenta uma regra que determina que o período em que se acumula salário e subsídio conta como prazo de garantia (ou seja, como período de descontos) para uma futura situação de desemprego, apesar de não contar para calcular a duração do subsídio nem o seu valor. Por outras palavras, este apoio não prejudica o acesso futuro ao subsídio de desemprego mas não para garantir um período mais longo de subsídio.

 

Esta medida pode ser acumulável com outras?

Sim. Pode acumular-se com a medida Estímulo Emprego (que prevê apoios financeiros às empresas que façam novas contratações) e com as isenções de descontos para a Segurança Social (destinadas a empresas que contratem jovens à procura de primeiro emprego ou desempregados de longa duração).

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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09
Fev 15

Trabalhadores dos CTT vão ter aumento de 2%

Novo acordo de empresa prevê aumentos de 2% nas remunerações base, o que acontece pela primeira vez em cinco anos.

 

Os CTT e os onze sindicatos da empresa assinaram um novo Acordo de Empresa (AE), válido para os próximos dois anos, segundo um comunicado divulgado pela empresa, que especifica que está previsto um aumento de 2% nas remunerações base.

A este AE junta-se "um novo regulamento do sistema das Obras Sociais, o sistema interno de saúde e protecção social da empresa", segundo o comunicado. O novo acordo "reforça um enquadramento laboral ajustado às especificidades da actividade da empresa, promovendo um bom clima social e relações colectivas de trabalho estáveis, elementos fundamentais para os CTT enfrentarem os desafios actuais e futuros".

"Nesse sentido, prevê um maior alinhamento com condições legalmente definidas, a não continuação de alguns subsídios específicos, a harmonização do horário de trabalho e a aplicação de aumentos de 2% nas remunerações base, o que sucede nos CTT pela primeira vez em cinco anos."

Foi assinado ainda um novo acordo de Regulamento das Obras Sociais (ROS) dos CTT, que mantém um nível de protecção elevado, "racionalizando a utilização dos benefícios". Nesse sentido, foi incrementada a comparticipação dos beneficiários no sistema, através do aumento das quotas mensais e dos copagamentos a cargo.

As alterações em matéria de plano de saúde, subsídios e tempo de trabalho, promoverão uma redução anual dos custos da empresa, enquanto os aumentos salariais terão um impacto de sentido inverso. "E terão também impactos financeiros ao nível das responsabilidades com o plano de saúde, que serão divulgados na comunicação dos resultados do ano de 2014, em 4 de março de 2015, devidamente suportados por uma análise actuarial final."

fonte:http://economico.sapo.pt/

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08
Fev 15

Salário mínimo português continua a ser o quinto mais baixo do euro

Apesar do aumento do salário mínimo em Outubro, Portugal apresenta um dos valores mais baixos entre os 15 países da zona euro que contam com uma remuneração mínima.

Depois de vários anos de congelamento, o salário mínimo em Portugal aumentou para 505 euros em Outubro do ano passado. Mas, mesmo assim, o país continua a registar o quinto valor mais baixo se a comparação for feita com os 15 países do euro que também têm uma remuneração mínima garantida, indicam os dados do Eurostat actualizados recentemente.

Uma vez que, por cá, a remuneração é paga em 14 meses, o Eurostat dá conta de um valor de 589,17 euros, para possibilitar a comparação entre os vários países. Com este montante, Portugal só ultrapassa a Estónia (390 euros), Eslováquia (380 euros), Letónia (360 euros) e Lituânia (300 euros). Já o Luxemburgo apresenta o salário mínimo mais elevado, com quase 1.923 euros.

A partir deste ano, o grupo de países com remuneração mínima inclui mais um estado: a Alemanha, que, de acordo com a agência europeia de estatística, conta com um valor mensal de 1.473 euros (depois de convertido o valor horário).

Olhando para os 22 países da União Europeia com salário mínimo, Portugal posiciona-se já a meio da tabela, na 11ª posição.

Os dados do Eurostat, referentes a 1 de Janeiro, permitem ainda perceber que 18 países da União Europeia (contando já com a Alemanha) sentiram alterações no seu salário mínimo, comparando com Julho de 2014 (os dados são bianuais). Portugal está neste grupo, com a oitava maior subida (excluindo Alemanha), de 4,12%. O maior crescimento registou-se na Letónia, enquanto a Croácia chegou a sentir uma ligeira descida.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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05
Fev 15

Salário de vedetas cai 334 mil euros na RTP

A RTP reduziu o salário dos seus apresentadores em 22% desde o início de 2013, o que significa uma poupança anual de 334,4 mil euros, revelou ao CM Alberto da Ponte, o presidente da empresa pública que esta semana abandonará o cargo. Numa carta aberta, o gestor faz mesmo questão de mencionar este facto: "As muitas vezes denominadas ‘vedetas da RTP’ aceitaram reduzir de forma significativa a sua remuneração." Entre estas estrelas estão nomes como o de Catarina Furtado (25 para 15 mil), Fernando Mendes (20 para 15 mil), Jorge Gabriel (15 para 10 mil), Sílvia Alberto (corte de 12 para seis mil) e Sónia Araújo (redução idêntica). Segundo sabe o CM, entre as vedetas da RTP com salários elevados estão ainda José Carlos Malato (14 mil), Herman José (11 mil), Tânia Ribas de Oliveira (10 mil), Marta Leite Castro e Vanessa Oliveira (ambas recebem aproximadamente 5 mil). Entretanto, os resultados provisórios de 2014 revelam que a RTP recebeu 164,9 milhões de fundos públicos (queda de 29,3 milhões), já os gastos totais foram de 212,9 milhões. Aqui destaque para a subida de 15,6 milhões nos custos de grelha (para 84,1 milhões) e para a quebra de 4,9 milhões nos gastos com pessoal (total de 75,8). Já o lucro será de 37 milhões de euros.

fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/t

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