13
Abr 14

Salário médio mensal estagnou e mínimo está a cair há 40 anos

O salário mínimo nacional vale hoje menos 98,94 euros do que em 1974, mas esta perda de poder de compra não é nova - está a baixar há 40 anos. Já as remunerações da generalidade dos trabalhadores por conta de outrem, praticamente estagnaram, registando atualmente um ganho de 43 euros face a abril de 1974.

Desde que foi criado, o salário mínimo nacional tem sido atualizado em valores inferiores aos da taxa de inflação. Esta prática, faz com que os seus 485 euros mensais valham hoje, em termos reais, menos 17% do que os 16,5 euros (3300 escudos) que serviram de “pontapé de saída” em 1974. Cálculos efetuados pelo economista Eugénio Rosa indicam que o desfasamento entre o valor nominal e real do SMN começou logo em 1975, ano em que foi fixado em 18,50 euros, quando a taxa de inflação então verificada recomendaria uma subida para os 19,88 euros. Ainda que até 2011 esta remuneração mínima tenha sempre sofrido uma atualização anual, esta nunca foi suficiente para evitar perdas de poder de compra.

Os mesmos dados mostram que, entre 1993 e 2008, aquele desfasamento entre o valor nominal e o real foi sempre superior aos 100 euros - acima dos 89,94 euros que o economista, ligado à CGTP agora contabiliza. Desta forma, mesmo que o SMN suba para 500 euros, continuará a corresponder a um valor real inferior ao que tinha em 1974.

Se a análise incidir sobre a generalidade dos trabalhadores por conta de outrem, conclui-se que, neste período de tempo, se registou uma pequena subida: os 26,79 euros da remuneração média pagos há 40 anos, corresponderiam atualmente a 826 euros, um valor próximo dos 869 euros médios que são efetivamente pagos, de acordo com os cálculos de Eugénio Rosa.

O salário mínimo saltou para os noticiários depois de, no passado fim de semana, Pedro Passos Coelho ter manifestado disponibilidade da parte do Governo para iniciar conversações. O tema seria de novo abordado durante esta semana nas reuniões que manteve com os parceiros sociais sobre a preparação da saída de Portugal do programa de ajustamento, mas não há uma posição unânime. Em relação ao valor, CIP, CCP e UGT concordam com uma subida para 500 euros, enquanto a CGPT aponta para 515 euros. Em matéria de calendário, a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal não concorda que a subida possa ter efeitos ainda em 2014, defendendo janeiro de 2015 como a data adequada. Seja como for, o líder da UGT, Carlos Silva já deixou claro que não estará disponível para debater a questão antes das europeias, nem para discutir a redução das indemnizações em troca do despedimento ilícito. (ver ao lado).

A falta de dados oficiais atualizados faz com que não se saiba ao certo quantas pessoas recebem atualmente o SMN, embora os responsáveis sindicais apontam para valores superiores a 500 mil. Já o cruzamento do mais recente Inquérito aos ganhos e duração de trabalho, com o número de trabalhadores por conta de outrem contabilizados pelo INE, indica que rondarão 380 mil pessoas.

Em Portugal, o SMN está nos 485 euros desde 2011, sendo que no conjunto da zona euro apenas os países intervencionados (Grécia e Irlanda) decidiram também o congelamento ou a descida do valor.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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16
Jan 13

Salário médio no privado perde mais de 40 euros

As tabelas de retenção na fonte de IRS para 2013 vão tirar mais de 40 euros por mês a cada contribuinte que recebia em 2012 um salário líquido de cerca de 800 euros, o equivalente ao salário médio nacional.

Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) referentes ao rendimento médio mensal líquido da população empregada por conta de outrem mostram que, no terceiro trimestre de 2012, o salário médio líquido era de 805 euros, um valor que em termos brutos corresponde a um salário médio mensal bruto de cerca de mil euros, dependendo da situação de cada contribuinte.

Para este nível de rendimento, e com base no simulador da consultora PricewaterhouseCoopers (PwC) referente às novas tabelas de retenção na fonte para 2013, é possível verificar que as novas taxas vão retirar mais de 40 euros por mês a cada contribuinte.

No caso de um casal em que ambos os cônjuges trabalhem no sector privado, não tenham filhos, e ambos recebam um salário bruto de 1.018 euros, cada um irá perder 45,94 euros face à aplicação das novas regras do IRS.

Em 2012 cada membro deste casal tinha um rendimento líquido mensal de 805,02 euros, mas segundo as simulações da PwC, em 2013, o salário líquido de cada um será de apenas 759,08 euros.

Esta redução no salário líquido acontece porque a taxa de retenção a que estavam sujeitos em 2012 era de 10% e este ano será de 13,5% e porque em 2013 há ainda uma sobretaxa de IRS de 3,5%.

Caso este casal opte por receber metade dos seus subsídios em duodécimos, então, o seu salário líquido mensal será de 822,34 euros, acima do que recebia em 2012, mas nas férias e no Natal apenas receberá 50% dos respectivos subsídios.

Para um caso de um casal na mesma situação, mas com um filho, e em que cada um dos cônjuges recebesse em 2012 um salário bruto de 1.005 euros, a perda mensal será de 44,96 euros.

Segundo os cálculos da PwC, este casal em 2012 recebia um salário líquido de 804,45 euros, mas em 2013 apenas receberá 759,49 euros, por via do aumento da carga fiscal.

Se o casal optar por receber metade dos subsídios de férias e de Natal em duodécimos, o seu salário líquido será de 822,79 euros, acima do que recebia em 2012, mas nas férias e no Natal apenas receberá 50% dos respectivos subsídios.

Para estes níveis de rendimentos e aplicando o mesmo raciocínio a contribuintes do sector privado que sejam solteiros ou a situações de casais em que apenas um dos cônjuges é titular de rendimentos, a perda de salário líquido fica, na maioria dos casos, sempre acima dos 40 euros.

As tabelas de retenção na fonte publicadas na segunda-feira em Diário da República deixam em aberto a possibilidade de as empresas aplicarem as novas taxas de retenção já aos salários de Janeiro ou de o fazerem só em Fevereiro, mas compensando nesse mês a não aplicação em Janeiro.

Para o sector público a aplicação das novas taxas vai depender de os salários já terem sido processados antes ou depois da entrada em vigor das referidas tabelas. Já no caso dos pensionistas, a aplicação das novas taxas apenas acontecerá em Fevereiro, uma vez que as pensões de Janeiro já foram pagas.

As novas tabelas de retenção reflectem o "enorme aumento" de impostos previsto no Orçamento do Estado para 2013, que, entre outras medidas, reduziu o número de escalões de IRS de oito para cinco, criou uma sobretaxa de IRS de 3,5%, criou uma taxa adicional de solidariedade de 5% para rendimentos superiores a 250.000 euros e determinou que a taxa de 2,5%, já existente em 2012, se passasse a aplicar aos rendimento superiores a 80.000 euros.

Com estas medidas, a taxa média efetiva de IRS deverá passar de 9,8% para 13,2%, um aumento superior a 30%.

fonte:Lusa/SOL

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15
Nov 12

Salário médio da Função Pública caiu 0,5% para os 1582 euros

O ganho médio mensal dos trabalhadores da administração pública caiu 0,5% em junho deste ano para 1.582,7 euros, face a outubro de 2012, de acordo com os dados da Síntese Estatística do Emprego Público (SIEP) hoje divulgada.

A informação entretanto divulgada revela também uma redução de 0,6% do ganho médio mensal dos trabalhadores da administração central do Estado para 1.731,8 euros em julho, face aos 1.742,2 euros auferidos em outubro do ano passado.

Numa análise por Ministérios, o dos Negócios Estrangeiros foi aquele onde se verificou a maior redução média salarial, na ordem dos 6,2%, para 2.944,6 euros em julho, face aos 3.140,2 euros auferidos pelos funcionários em outubro do ano passado. Ao contrário, o Ministério da Economia e do Emprego foi aquele que onde se verificou um aumento do ganho médio mensal de 3,3% em julho, para 1.803,5 euros, uma subida face ao ganho médio auferido em outubro de 2011 (1.745,1 euros).

Na administração regional e local o ganho médio mensal manteve-se inalterado em julho, nos 1.155,5 euros. No entanto, na Região Autónoma da Madeira o ganho médio mensal caiu 2,6% em julho, para 1.414,8 euros em julho, face aos 1.453,0 euros auferidos em outubro do ano passado. Na Região Autónoma dos Açores a redução foi menor, de 0,9% para 1.540,7 euros em julho, face aos 1.555,3 euros referentes aos ganhos médios de outubro de 2011.

Já no ganho médio mensal por cargo, carreira e grupo, os diplomatas são quem mais ganha na administração pública, apesar de ter ocorrido uma redução de 6,1% em julho, para 8.118,2 euros, face aos 8.645,0 euros auferidos em outubro de 2011. Os assistentes operacionais e operários são quem menos ganha - 747,9 euros em julho deste ano, um ganho médio que sofreu um corte de 1,2 por cento no mês em análise, face a outubro do ano passado (757,0 euros).

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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11
Nov 12

Salário médio está em queda desde 2009

Ordenado médio reduziu-se 4,5% nos primeiros nove meses deste ano

O salário médio dos portugueses reduziu-se 4,5 por cento nos primeiros nove meses deste ano e está em queda desde 2009, segundo dados do Banco de Portugal (BdP).

Estes valores são relativos à base de dados do BdP de transferências bancárias para pagamento de remunerações do trabalho. Estes números não são absolutos, mas captam uma fatia relevante dos salários dos trabalhadores por conta de outrem.

Entre janeiro e setembro, o salário médio mensal (incluindo os subsídios de férias distribuídos pelos nove meses) medido por estas transferências foi de 1.014 euros, um valor 4,5 por cento inferior ao do mesmo período do ano passado. 

Em 2011, o salário médio já caíra 3,6 por cento relativamente ao ano anterior; em 2010, a quebra foi de 0,4 por cento. O último ano em que o salário subiu, segundo estes dados do BdP, foi 2009, escreve a Lusa.

Estes cálculos são contudo contrariados pelos números mais recentes incluídos no boletim estatístico do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, relativos a outubro de 2011. Estes valores apontam para uma tendência de crescimento, embora modesto, do ganho médio mensal entre 2008 e 2011.

A Comissão Europeia divulgou nas suas últimas estimativas dados sobre a evolução das remunerações em Portugal, no âmbito das suas previsões de Outono. Segundo a Comissão, depois de um forte aumento em 2009 (5,2 por cento), as remunerações reais caíram nos últimos três anos - e a quebra deverá ser particularmente forte em 2012 (-5,1 por cento). 

A Comissão espera que as remunerações subam ligeiramente este ano (0,6 por cento), mas voltem a decrescer em 2014 (-0,9 por cento).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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01
Nov 12

Salário médio emagrece 150 euros/mês em 2013

Ordenado médio em Portugal ficou pouco acima dos 800 euros este ano

A redução do número de escalões de IRS vai penalizar - e muito os salários dos portugueses. Os vencimentos médios líquidos vão cair 150 euros por mês em 2013. 

Segundo as contas do «Correio da Manhã», se este ano, depois da retenção na fonte e dos descontos para a Segurança Social, quem ganha mil euros brutos recebeu 800 líquidos (-20%), em 2013 ganhará apenas 654 euros líquidos em 2013. São menos 34,6%, o que representa uma perda efetiva de 146 euros

E, em Portugal, o salário médio de facto não passou dos 808 euros este ano.

Mais exemplos: um ordenado bruto de 1.400 euros (1.000 líquidos este ano) cairá para 880 euros líquidos em 2013, menos 120 euros (uma queda 37,1%); quem recebe 2.250 euros brutos e este ano encaixava 1.500 líquidos, em 2013 vê caírem na conta apenas 1.291 euros líquidos, menos 209 eurosdo que este ano.

Já um ordenado de 3.200 euros brutos (2.000 líquidos)emagrece 281 euros em 2013, para 1.719 euros.

E assim sucessivamente: num vencimento de 3.800 euros brutos - 2.300 líquidos este ano - para o ano o trabalhador vai receber menos 341 euros (o encaixe mensal será de 1.959 euros).

Dos 3.000 euros líquidos auferidos por mês este ano, há queretirar 481 euros ao salário em 2013 - só irá receber 2.519 euros. E, em relação ao salário líquido de 3.500 euros deste ano, perdem-se 577 euros, para 2.923 líquidos.

Esta drástica perda de rendimento não conta ainda com outros impostos, como o IVA a pagar pelas compras no supermercado ou o IMI, imposto único de circulação, etc.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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16
Ago 12

Função Pública: salário médio era de 1.532 euros em abril

Os funcionários da Administração Central do Estado ganhavam em abril, em média, 1.532,5 euros de vencimento base mensal, com os trabalhadores do Ministério dos Negócios Estrangeiros a serem o mais bem pagos, foi divulgado esta quinta-feira.

De acordo com a Síntese Estatística do Emprego Público, se se adicionar à remuneração base dos trabalhadores da Administração Central, que representam 75 por cento do total de funcionários públicos, o pagamento de subsídios, suplementos e prémios, o salário médio sobe para os 1.754 euros brutos (ganho médio mensal).

Os Negócios Estrangeiros surgem como o ministério mais bem pago, com uma média de vencimentos base de 2.071,6 euros, seguido das Finanças com 1.710,8 euros e Educação e Ciência com 1.647,5 euros.

Comparando os valores de abril deste ano com os de outubro do ano passado, o vencimento base dos funcionários públicos da Administração Central caiu 0,5% e o ganho médio mensal caiu 0,6%.

No conjunto das Administrações Públicas (Administração Central e Administração Regional e Local), o salário médio mensal registado em abril era de 1.394,4 euros, enquanto o ganho médio mensal era de 1.578,2 euros.

A publicação trimestral da Síntese Estatística do Emprego Público traduz um compromisso do Governo assumido no Programa de Assistência Económica e Financeira.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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29
Jun 12

Salários médios em Lisboa superiores em quatro mil euros aos do Norte

A remuneração média anual de um trabalhador de uma empresa na região Norte era em 2010 de 11,81 mil de euros, ao passo que em Lisboa era de cerca de 15,81 mil euros, avançou o INE.

As regiões do Norte e de Lisboa foram em 2010 responsáveis por, respetivamente, 32,5 e 35 % do peso do pessoal ao serviço de 1.168.964 de empresas existentes no país, indicou o Instituto Nacional de Estatística.

"Já a remuneração média apresentava valores significativamente distintos: 11,81 mil de euros/ano era quanto recebia, em média, um trabalhador remunerado de uma empresa da região do Norte, ao passo que os trabalhadores de Lisboa eram remunerados, em média, com cerca de 15,81 mil euros/ano", assinalou o INE.

Em 2010, o maior número de empresas concentrava-se na região do Norte (374.050, correspondentes a 32 % do total); porém, foram as 348.017 empresas da região de Lisboa que concentraram o maior número de pessoas ao serviço (1.436.379) e que registaram os maiores gastos com o pessoal e remunerações.

Os gastos com o pessoal e remunerações do total de empresas não financeiras registaram aumentos de 1,1 e 1,5%, respetivamente, face a 2009, sendo que no segmento das grandes empresas o acréscimo nestes gastos ultrapassou os 4% em ambos os casos.

Em 2010 existiam em Portugal 1 168 964 empresas, um valor inferior em 4,5% ao registado no ano anterior. Do total, 97,9%eram empresas não financeiras, 68,6% empresas individuais e 99,9% micro, pequenas e médias empresas (PME).

A dimensão média das empresas era em 2010 de 3,39 pessoas por empresa, um valor que reflete o facto de 99% do tecido empresarial -- o universo das PME - empregar em média 2,63 pessoas por empresa, que compara com uma média de 771 pessoas entre o setor das grandes empresas.

Por dimensão, os custos com o pessoal por trabalhador nas PME rondaram os 11 mil euros em 2010, face a cerca de 23 mil euros no grupo das grandes empresas, indicou o INE.

Finalmente, os gastos com o pessoal per capita nas empresas situaram-se nos 17,23 mil euros, cerca de 3,6 mil euros acima do observado no total do setor não financeiro. Já no grupo das empresas individuais aquele valor não foi além dos 1,82 mil euros por pessoa.

fonte:http://www.jn.pt/P

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21
Mai 12

Dois terços dos trabalhadores em Portugal ganham menos de 900€

Em Portugal, quase dois terços dos trabalhadores na vida ativa ganham menos de 900 euros líquidos por mês, conclui o estudo "Um ano de troika e de governo PSD/CDS para os trabalhadores", organizado pelo economista Eugénio Rosa.

De acordo com as conclusões do estudo - que compara dados do primeiro trimestre de 2011 com os relativos ao mesmo período deste ano -, 35,5% dos trabalhadores por conta de outrem têm um rendimento salarial mensal líquido inferior a 600 euros, o que reflete um aumento de 1,9% face ao mesmo período de 2011, com 1,3 milhões de pessoas a ganharem até 600 euros líquidos por mês e mais de 2,3 milhões - 65,3% - ganhavam menos de 900 euros, mais 1,2% do que no período homólogo do último ano.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), entre 2011 e 2012, a percentagem de trabalhadores a receber salários líquidos inferiores a 310 euros também aumentou, de 3,7% para 4%, assim como os que têm rendimentos entre 310 e 600 euros (de 31,1% para 31,5%).

Em 2012, esta tendência de redução de rendimentos deverá aumentar: de acordo com as previsões da primavera divulgadas em maio, a Comissão Europeia prevê uma redução de 3,1% nos salários nominais dos trabalhadores portugueses (esta redução acompanha o aumento de IRS superior a 673 milhões de euros determinado pela diminuição de muitas deduções que tinham rendimentos do trabalho, acrescenta o estudo). Na administração pública, o valor atinge os 14%, na sequência da medida que retira aos funcionários públicos os subsídios de férias e de Natal, o que equivale a uma redução de 723 milhões de euros no seu rendimento disponível.

Desde há um ano, foram destruídos 203,5 mil empregos em Portugal, referem os dados do INE, o que significa que, por dia, 558 portugueses ficaram sem trabalho. No primeiro trimestre deste ano, o número aumentou ainda mais: entre janeiro e março, todos os dias 810 pessoas ficaram de-sempregadas. Esta evolução é demonstrada no aumento da taxa de desemprego oficial, que registou um aumento de 12,4% no primeiro trimestre de 2011, para 14,9% no período homólogo de 2012, um aumento de 689 mil para 819 mil desempregados, segundo o INE. Durante este período, o desemprego de longa duração (população sem trabalho há mais de um ano) cresceu de 365,2 mil para 416,2 mil pessoas, representando já em 2012 mais de metade do total dos desempregados residentes em Portugal. Estes números não incluem a taxa de desemprego real, que considera pessoas que não estão inscritas nos centros de emprego ou que não estão à procura de trabalho.

De acordo com a notícia avançada pelo DN/Dinheiro Vivo na última quarta-feira, 45% dos jovens entre os 15 e os 24 anos estão desempregados, segundo dados do INE. A Comissão Europeia estima que Portugal termine 2012 com uma taxa de desemprego médio de 15,5%, o que significa um aumento estimado de 0,6% nos próximos seis meses. Para 2013, a UE aponta uma ligeira descida, para os 15,1%. 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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16
Mai 12

Salário médio no Estado é de 1.400 euros

Os funcionários públicos ganham, em média, 1.401 euros de remuneração base.

Segundo a Síntese Estatística do Emprego Público (SIEP), a remuneração base média mensal nas administrações públicas era, em Janeiro, de 1.401,5 euros brutos. Já o ganho médio mensal (incluindo subsídios, suplementos e prémios) era de 1.600,7 euros.

Face a Outubro, registou-se uma queda ligeira de 0,1% na remuneração média mensal e um aumento de 0,4% no ganho médio mensal.

O documento revela ainda que os magistrados são os mais bem pagos em termos de remuneração base (4.094,7 euros). Mas são os diplomatas que têm um ganho médio mensal mais generoso (8.145 euros) na administração pública, devido aos suplementos de residência, deslocação, entre outros, já que a remuneração base média é de 2.320,8 euros).

Já os salários médios mais baixos são dos assistentes operacionais, operários e auxiliares, cuja remuneração base média é de 625,4 euros, seguidos dos polícias municipais (916,2 euros).

Na administração local, a remuneração base média é de 920,5 euros (um aumento de 0,5% face a Outubro) e o ganho médio mensal de 1.069,9 euros (mais 0,7% face a Outubro).

Quanto às regiões, na Madeira os funcionários públicos ganham, em média, 1.303 euros e, nos Açores, o salário base médio é ligeiramente mais alto, de 1.368 euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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28
Nov 11

Trabalhadores portugueses ganharam em média 1034 euros por mês em 2009

O ganho médio mensal dos trabalhadores por conta de outrém em Portugal era de 1034 euros em 2009, com Oeiras a ter o valor mais alto do país e Mondim de Basto o mais baixo.

Os dados fazem parte dos Anuários Estatísticos Regionais do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje apresentados, que indicam que apenas nas sub-regiões da Grande Lisboa, Grande Porto e Alentejo Litoral existia um ganho médio mensal superior à media nacional de 1034 euros. Por outro lado, os municípios das sub-regiões do Douro e Tâmega apresentavam os valores mais reduzidos.

Oeiras foi o município onde os trabalhadores por conta de outrem mais ganharam, com um valor médio de 1692,5 euros. No extremo oposto ficou Mondim de Basto com 616,7 euros, o menor ganho médio mensal entre os 308 municípios de Portugal.

Por município, os valores mais elevados «eram auferidos sobretudo nos municípios do Litoral», destaca o INE.

Os seis primeiros da lista são Oeiras (1692,5 euros), Vila do Porto (Açores)(1563,1 euros), Sines (1519,4 euros), Lisboa (1508,8 euros), Alcochete (1421,2 euros) e Castro Verde (1325,2 euros).

Os municípios com menos ganhos para os trabalhadores por conta de outrem em 2009 eram Mondim de Basto (616,7 euros), Freixo de Espada à Cinta (631,8 euros), Sernancelhe (645,2 euros), Vizela (645,3 euros), Vila de Rei (652,3 euros) e Paços de Ferreira (658,4 euros).

Lusa/SOL

fonte:http://sol.sapo.pt/

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